Fui incubida de escrever um texto para homenagear minha sócia mui amada, salve, salve Monix – texto esse que, obviamente, ficou aquém do que ela merece. Mas numa frase acho que acertei em cheio (‘muléstia a parte’) e portato cometo o ultraje de me auto-plagiar e reproduzi-la aqui:
“Se você pensa que ela é uma das Fridas que dão nome ao nosso blogue, está enganado – é a outra.”
Aqui acho que temos pelo menos uma pista desta pessoa fascinante e nada óbvia que me dá a honra de dividir com ela este blogue, misto de ateliê-laboratório-cozinha. Ela não está aonde se espera e aparece sempre que preciso; rejeita com fervor rótulos e esteriótipos – para si e para quem quer que seja. Duas Fridas são apenas duas, das muitas possibilidades desta mulher. Diria Jorge Mautner, “feliz de quem penetre os seus mistérios”.
Já escrevi homenagem, estive com ela ao vivo (morram de inveja!) mas não podia deixar de expressar aqui, na nossa casinha, esta declaração e meus desejos mais profundos, sinceros e intensos de que ela seja muito, muito feliz nesta nova idade. E que eu só espero continuar aqui, ” querendo te aprender o total/do querer do que há e do que não há em mim”.
Feliz nova idade, Monix.
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