Hoje é o BlogDay, dia de indicar blogs novos aos leitores:
Filthy McNasty - Conheci por causa do Copy&Paste, totalmente fora da minha órbita natural. No entanto eu sou apaixonada pelo texto desse moço, especialmente quando ele escreve sobre sentimentos, relações, mulheres. Se tiver algum pré-conceito esqueça e permita-se; vale a pena.
A vitrola da Beth S – A queridíssima Beth Salgueiro resolveu ‘socializar’ seu inacreditável acervo musical, juntamente com muita informação e bom gosto. Sabe quando você aprende se divertindo? Pois é, cada disco da vitrola é uma aula inesquecível.
Quase dois irmãos – Blogue do Zé, meu querido amigo digital-nada-virtual, e do Adriano, que admiro muitíssimo. Tem futebol, reminiscências, políticas, amor, amizade, tudo do ponto de vista de homens inteligentes – e eu adoro ler o que eu chamo de “o diário dos meninos”, ou seja, a visão masculina sobre o mundo.
beijo beso bisou bacio kiss kuß poljub kyss kisu – Um blogue com fotos de beijos – de todos os tipos, estilos, propósitos, intenções, etc. Pena que a atualização não é tão freqüente; acho a idéia maravilhosa.
Promessas – descobri há pouco tempo, mas acho que vou virar freguesa: Umore mio com posts curtos, afiados; citações musicais e músicas impecáveis; e Favoritos, um guia para lugares inúteis e divertidíssimos na uébi.
Helê
Filed under: Uncategorized | Tagged: blogosfera, internet | Deixar um Comentário »

A suprema Renata abriu ontem, exatamente um mês antes do grande dia, a temporada de agrados, declarações e afagos à Pessoa que vos escreve, me dando de presente esse livro lindo sobre nuestra musa, a Kahlo.
Quem costuma cometer trocadilhos infames por aqui sou eu, confesso. Mas quem criou o mais recente deles, para nossa honra e glória, foi a suprema Dedéia, que nos deu um encargo muito importante. Vocês sabem: esse negócio de fada madrinha é pra gente comum, feito a Cinderela; Andrea Bacellar (e Carlos Matos) necessita(m) de fridas-madrinhas, ora pois. E foi com muito gosto que fomos nós ao cartório cumprir nossa missão – que os burrocratas chamaram de testemunhas de união estável, coisa mais sem graça. Eu achei que era mesmo um evento, coloquei a máquina digital na bolsa e pensei em levar umas flores, mas na hora amarelei, achei que estava levando tudo a sério demais, vendo poesia num cartório, segunda-feira, meio-dia e meia, veja você. Depois eu descobri que não era a única. E também não foi por acaso – porque nada é – que eu encontrei