Pan – fim

Domingo, Julho 29, 2007

I beg to differ. Mas é mesmo uma inglesa trocada na maternidade essa minha sócia, né, gente? Você tem toda razão, darling, não é uma coisa menor, eu também ficaria vermelha de bergonha, se a melanina permitisse.
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Desta vez, na cerimônia de encerramento, a vaia às autoridades foi democraticamente repartida entre união, estado e prefeitura.
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Que saber o que me emocionou nessa festa? Fernanda Abreu, DJ Malboro e as popozudas cantando funk. Eu fiquei pensando em que outra cidade um evento internacional e chapa branca feito o Pan abria espaço pra uma manifestação cultural da periferia, sem tentar estilizar ou folclorizar a coisa. Assim, em pleno maraca, com transmissão para as Américas, mandar que “eu só quero é ser feliz/andar tranqüilamente na favela em que eu nasci”? Achei lindo. Eu não sou fã do gênero, mas simbolicamente é muito interessante o DJ Malboro ter o mesmo espaço que o Lenine (maravilhoso como Jorge Drexler, cês viram?).

Helê

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