Coração partido

Eu não gosto de ficar falando, não, porque eu amo demais a minha cidade – tanto quanto amaria uma pessoa da família – e falar nesse assunto me faz sofrer tanto quanto uma doença terminal de um parente.
Mas é que agora não é caso de se recusar a virar refém de bandido. Nós JÁ SOMOS reféns de bandidos.

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Tim-tim


Parabéns, querida Helena!

La Otra

Aviso aos navegantes



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Isto posto: putz.

|-| Monix |-|

Chega de Basta – com humor, of course

O Prof. Dr. Google, Phd, é inconclusivo: ora atribui a frase ao célebre Barão de Itararé, ora credita a pérola ao não menos ilustre Stanislau Ponte Preta. Seja de quem for, nós assinamos embaixo:
“Ou instaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos!
Duas Fridas

Objeto direto

Fiquei contente ao chegar aqui (depois de uma ausência compulsória) e encontrar a campanha ‘Chega de basta!’. Tenho váááárias razões para aderir, mas desde sempre estes movimentos da ou pela (?) paz (qual?) me incomodaram por questões.. semânticas. Deve ser coisa de jornalista, mas sempre que eu vejo um cidadão vestindo branco, segurando vela e pedindo paz eu me pergunto: “Mas tá pedindo exatemente para quem?”

Helena Costa

Não-Tietagem


Manhã bonita de sol no Rio, eu no busu, indo trabalhar, no Centro da cidade. Ônibus vazio, noto logo a entrada do Leandro Fimino da Hora, bom ator, um dos protagonistas do filme ‘Cidade de Deus’. Penso comigo: “Ih, olha o Dadinho ali.” Imediatamente a voz dele responde dentro da minha cabeça: “Dadinho é o c*r*lho, meu nome é Zé Pequeno”. Tudo se passou na minha cabeça. Por via das dúvidas, achei melhor descartar um pedido de autógrafo.

Helena Costa

Variações sobre uma mesma pessoa ou canastrice emocional

– Mas qual é o problema de ser sempre considerada a forte nas situações dramáticas ?
– Nenhum, doutor. O problema é o sempre. A gente tem que atender uma expectativa pelo desempenho do mesmo papel (como, aliás, acontece com certos atores) . Bacana é variar, e de vez em quando ser a descontrolada, a racional, a medrosa, a irresponsável… O sempre engessa, sobrecarrega, embota, o sempre pesa nos ombros…

Na sala do homeopata, que como bem define a Sonia Hirsh, é uma mistura de analista, padre, pai de santo e médico.

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