Revoguem-se todas as disposições em contrário

Aos vinte e oito dias de outubro do ano da graça de dois mil e quatro, nesta mui leal e heróica cidade de São Sebatião do Rio de Janeiro, nosostras, auto-denominadas amighans, reunidas na Glória – o bairro e o estado de espírito – entre cocaiáites e caipirinhas (as últimas desta escriba, Helê Pessoa) -; decidimos: outorgar a Juliana Sampaio – Vitral por amor e convicção – o título de cidadã carioca.

Tamanha honraria deve-se não apenas em razão de seu aniversário e da longa folha corrida de serviços prestados à mothernidade carioca, mas também à total identificação com a Maravilhosa. Senão, vejamos:

Juliana é bem-humorada, é cb – sangue bom; generosa e geniosa; bem-humorada; “ixxxxperta”; boa de garfo e de copo; disponível e desfrutável (hum!); bem-humorada; linda e leve; gosthosa, descolada e desbocada, bem-humorada; além de ter nascido no dia do glorioso São Judas Tadeu, padroeiro do não menos glorioso Flamengo (justificativa feita sob protesto da Monix e da Dedéia).

Isto posto, considere-se o título concedido, mediante visita para homologação e merecida celebração.

Outorgam: Helê Pessoa, Rê, ::Fer::, Dedéia e Ângela – de corpitchos presentes- ; Monix e Dani – harmonicamente

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