Alcântara, *&%#@*!

Há algum tempo La Outra falou aqui sobre cinema – de maneira inteligente e inovadora, ressaltado os benefícios de uma boa tradução. Eu perdi o gancho para escrever um comentário relativo à telona – totalmente diferente, nada tão perspicaz. Bem, mas na falta de outro post, querendo retomar minhas funções e cair nas graças da sócia, está refeito o gancho, por decreto.

Há uma cena do filme Apolo 11 que me diverte muito porque sempre, sempre que vejo eu imagino a versão brasileira da mesma seqüência. Para quem não viu, é um daqueles filmes beeeeeeem americanos, ufanista toda vida, que fala sobre uma missão espacial que quase foi um grande fracasso mas, como são eles, os escolhidos, poderosos, etc.etc., tudo vira um sucesso espetacular.

Pois bem, vamos à cena: os astronautas estão na nave, no espaço (sabe, lááááááá looooooonge) e o comandante se dá conta que não haverá oxigênio suficiente para a nave voltar para a Terra. (O que significa, se é que alguém não entendeu isso, que vão todos morrer em poucas horas.) Ele diz a seguinte frase: “Houston, temos um problema”. Assim, como você diz pela manhã: “Mô, passa a margarina”. Ou “Droga, quebrei a unha”. Agora me diga, com toda sinceridade: como você acha que uma pessoa normal, “tipo assim”, um brasileiro, reagiria a uma situação como esta? (Aceitamos variações – um gaúcho, uma adolescente… use a imaginação).

Helena Costa

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