A primeira vez

Eu vi Partimpim e chorei de emoção. Há muito um espetáculo não arrancava de mim uma reação tão autêntica e espontânea (tão infantil?), das que você tenta segurar mas não dá conta. E olha que chorar pra mim é auto-estrada sem pedágio, eu deslizo sem preocupação, aviso ou impedimento. Mas eu me surpeendi com o tamanho da emoção que me assolou, logo no início do show. A imagem da Adriana Calcanhoto descendo com aquela máscara e um buquê de balões em cada mão enfeitiçou a minha filha e enterneceu a criança adormecida no sótão do meu coração. Ao som de “Fico assim sem você” as lágrimas reapareceram; mas reparando nelas brotando também na mulher ao meu lado senti aquele conforto que a gente sente quando encontra alguém pra dividir a conta do mico. E desisti de entender de onde vinha aquele choro, que isso não teria ali utilidade alguma. Fiquei ali, emocionada, comovida e feliz de ter levado minha filha no primeiro show da vida dela e ter sido algo tão belo, bem cuidado, aconchegante, divertido e emocionante.
Muito obrigada, Adriana!

Helena Costa

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Policial

O que deduziria Hercule Poirot (ou um investigador do CSI, se preferir) sobre personalidade do dono dessa nota fiscal?

*Esquadrão da Moda – saiba o que usar para valorizar seu tipo (Trinny Woodall e Susannah Constantine, Ed. Globo)
*Tao Te Ching, o livro que revela Deus (Lao-Tsé, Martin Claret)
*Mãe sabe quase tudo! (Aline Abreu, DCL)

Helena Costa, a suspeita em questão

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