Referendo

Quem é a “VEJA”, afinal? Quem é a “VEJA” que acha que deve opinar – ao invés de informar – em casos como este que são tão complexos? Se eu votar NÃO e um dia meu sobrinho morrer baleado pelo coleguinha da escola que encontrou a arma que o pai guardava dentro da gaveta, posso culpar a “VEJA” por ter induzido a população a manter armas de fogo por hobby? Quem é a “VEJA”? Por que eu devo acreditar que essa matéria está mais preocupada com a segurança da população do que com os cofres da indústria de armas? Quem me garante que esta matéria não é mais um tipo de “acordo” entre indústria e veículo de massa? Por que eu devo acreditar que há correção e honestidade nessa matéria? Quem será que está iludindo quem? Quem está trapaceando? Que interesses existem por trás de uma matéria tão explicitamente posicionada? Pelo menos uma resposta me parece clara: todos nós vimos, neste domingo, que revista e jornalistas não estão cumprindo com a ética e com o dever.
Dessa vez nem fui eu que falei, foi a Alê Félix.

-Monix-

Politicamente incorreto

Sabe aquela veeeeeelha de chamar baixinho de ‘pintor de rodapé’?
Pois é, foi atualizada. Agora chama-se ‘lenhador de bonsai’.

Helê, pra bagunçar o chavão

Mulher deboche

Pois eu sou tudo isso aí também. Além de flamenguista.
Ah, e debochada, claro.

Helê

Mulher clichê

Sou feminista, ecologista, esquerdista, pró-desarmamento, pró-aborto, a favor da união civil entre pessoas do mesmo sexo, a favor do perdão da dívida dos países em desenvolvimento, enfim, acho que me transformei num chavão ambulante do politicamente correto.
-Monix-

A Lilli, mãe da fofa Helô, mandou pra gente uma definição sensacional deste Duas Fridas: “parece que estou dentro de uma bolsa de mulher. Entre maços de cigarro, canetas, necessaire, balas e muito papo. Sempre muito bom, diga-se de passagem.”
Bacana, né?

-Monix-

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