Ah, o Rio…

No sábado fomos atrás de um bloco infantil, o Gigantes da Lira – uma tradição mothern carioca, por assim dizer. Depois de 10 minutos no local achamos que havia algo de errado, porque ainda não encontráramos nenhum conhecido. Não marcamos com ninguém, mas isso é absolutamente desnecessário: no Rio, em qualquer evento você sempre encontra pelo menos um par de conhecidos. Inexplicavelemente, quanto maior o babado maiores as chances de encontrá-los. Pode ser no carnaval, em clássico no Maracanã, show dos Roling Stones, praia lotada, o que for. E o detalhe é que as pessoas com quais você encontra não são, necessariamente, frequentadores daquele pedaço da praia, fãs daquela banda ou torcedores daqueles times.

No sábado, por exemplo, eu não encontrei nenhuma mothern carioca (que pena, Fer !), mas logo depois de reclamar encontrei com uma amiga… que mora em Brasília. Mais dois passos e reencontro outra amiga que não vejo há anos – que não tem filhos e está morando na divisa com Minas Gerais – tava ali só dando pinta, como ela gosta de dizer. Avistei duas conhecidas que moravam em Madureira, do outro lado da cidade… E isso, como eu disse, é típico e louco, porque o Rio, afinal, não é Joinville, tem mais de 10 milhões de habitantes! Vá entender!
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Imagina a cena: fim de tarde de verão, Rio, bloco sem carro de som (aleluia!), bairro das Laranjeiras, crianças fantasiadas, clima de paz&amor total, nenhum rascunho de tumulto e uma pequena multidão entoando ”Carinhoso”. Comovente.

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Falando do Rio, a trilha sonora do meu verão, até aqui tem Jack Johnson (uhu! eu gosto de algo contemporâneo!) e o delicioso cd ”Letra e Música” do Lulu Santos. Além do revival ‘Popstar’, tem ‘Vale de lágrimas’, que eu adoro e só consigo cantar bem alto e uma bela declaração à Maravilhosa com os singelos versos:

”E te devolvo em respeito o que me dás em alegria
Rio, sou a sua cria”
(Zerodoisum)

Helê, com o Cabôco Postadô

Balzaca

Este ano completo 36 anos (ainda faltam alguns meses), ou seja, segundo o axioma de Sally, agora são quase 40. Como disse uma amiga, ao completar quatro décadas: “aos 30, a gente ainda pensa que tem 20. Mas aos 40, a gente sabe muito bem que não tem 30.” Ou seja, é muito melhor. Sou balzaca mas sou feliz, mais velho é quem me diz. Lalalala.

Monix, em dúvida, meio velhota, meio debilóide

Juju e a febre.

Uma palavra, um nome, um linque e um muxoxo

* Eu implicava com empoderamento. Achava feio, modismo de militante de movimento social, desnecessário e talz. Mas vê se não tem diferença entre dizer que é preciso “fortalecer as mulheres” e “empoderar as mulheres”? Ainda considero feia a palavra, mas acho cada vez mais necessária – palavra e ação.

* Ouço no notíciário esportivo que o Goiás vai jogar hoje com o The Strongest, da Bolívia. Gente, não é novidade, quase toda Libertadores os caras disputam, mas eu não me conformo com esse nome! Pelamor, que excesso de auto-estima! Pretensão e água benta etceterá.

* De onde menos se espera… Seal, querida, também estranhei o silêncio sobre a Betty Friedan no blogosfera – ou pela parte dela em que eu orbito (ui, existe esse verbo, gente?). Quem escreveu um texto muito interessante foi o Tio Fil, dá uma olhada .

* Cara, ainda nem começou o carnaval e o povo já sumiu, Monix? Poucos comentários, tudo abaixo de cinco, assim não vamos passar de ano (cês sabem que eu confundo comentário com nota, né? Só fico realizada com 10, nota dez!) Se hoje tá assim, imagina no carnaval! Já vi que vou ficar falando pra paredes, quer dizer, pro templeiti. E eu com postador aberto. Humpf.

Helê

Update da Monix: Pois é, Helê, eu também estou me sentindo reprovada, com tanta nota baixa! Cadê esse povo, meu Deus? Aliás, você meio que roubou uma idéia minha, que é convocar o visitante-que-não-comenta a se apresentar, mas acho que podemos deixar isso pra depois do Carnaval, né? Quando todo mundo voltar à programação normal.

2:34 PM

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