No Empadalheia, outras visões ”religiosas” envolvendo baseado e Pelé (!).

Confissões inconfessáveis ou É ruim mas eu gosto

Li no blogue do Rafael Galvão um post antigo em que ele admite, envergonhado, que gosta do filme “Em algum lugar do passado”. Ele dá mil motivos para não gostar do filme, da inconsistência da trama ao nariz da atriz, mas apesar disso, ele gosta.

Pois eu também. Aliás, não só desse, mas do gênero – se é que se pode chamar assim. Eu não resisto a filmes que falem sobre viagem no tempo, principalmente pra trás (e eu nem gostava muito de Túnel do tempo quando era pequena, o fã era meu irmão). Por isso, vi várias vezes a trilogia de ”De volta pra o futuro”, adorei ”Peggy Sue seu passado a espera”, fui ao cinema ver ”A máquina do tempo”.

Outro tipo de filme, ainda mais inconsistente e indefensável, que eu não resisto é troca de corpos, tipo ”Um Espírito baixou em mim” ou ”Freaky Friday”. É, ridículo, eu sei, mas eu não gosto – fazer o quê? Psicólogos, astrólogos e palpiteiros: explicações são bem-vindas. Ou confessem seus gostos esdrúxulos também.

Helê
Apideite: acrescentei outra opção ao título insprada pelo comentário da Cam; o Giba enviou uma fotos daqueles filmes todos que nós vimos na sessão da tarde e eu não resisti a ilustrar com pelo menos duas delas.

RUMUAL ÉKISSA6

RUMUAÉKISSA


Estilingue Ronaldinho, de Rubens Gerchman.

Em exibição no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio. Lindo, não?

Helê

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