Cordel do Fogo Encantado


Fiquei esperando a Semana Santa para postar a história mais engraçada da paixão de Cristo que eu conheço, que é o poema interpretado de maneira brilhante pelo Lirinha, do Cordel do Fogo Encantando. Pois quando dei fé (como se diz por aquelas bandas do Nordeste), o feriado passou e não postei.

Então, reativando a máxima do calabocajámorreuquemamndanomeubloguesoueu, posto agora, no Corpus Christi, e aproveito pra colocar mais um poema e outra canção desse excelente grupo de Arcoverde, Pernambuco. Que se já é bom ouvindo, fica ainda mais melhor vendo ao vivo e a cores. Quem conhece, vai curtir; quem ainda não ouviu, aproveite a oportunidade. Onde mais? No DufasDial, claro.

Bom feriado!

Helê

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Notícias do mundo de lá: Monix escreve!

15 de junho de 2006

From: Mônica Chaves

Date: Jun 12, 2006 6:09 PM
Subject: notícias da conexão havana

Oi, pessoal
Finalmente consegui um cyber café no hotel em Santiago de cuba. Telefonar é missão impossível: alem de não se achar o cartão telefônico para vender, quase não há telefones públicos e não existe chamada a cobrar a partir de cuba (Fidel quer que gastemos nossas divisas aqui mesmo).
Em havana pegamos Alberto, o primeiro ciclone da temporada 2006. Não sei se a noticia chegou aos jornais e tvs brasileiros, mas agora já podemos dizer que conhecemos uma tempestade tropical caribenha. Muita chuva, muita mesmo, o que prejudicou um pouco nossa experiência na cidade, já que os habaneros ficaram dentro de casa. Nós, que tínhamos o taxímetro rodando em euros, fomos para a rua conhecer o que fosse possível.
No sábado fomos ao cinema yara, na esquina do hotel no bairro de vedado, onde está se realizando um festival de cinema francês. Vimos um filme ótimo e conhecemos um pouco do cotidiano dos cubanos. Foi bem bacana.
Domingo aproveitamos um período de estiagem e demos uma caminhada pelo bairro. Passamos pela sorveteria coppelia, bastante famosa, mas tínhamos tomado um café da manha tão monumental (aguardem fotos e filmes) que não cabia nem mais uma castanha de caju. 🙂
Andamos até o Malecón, que, mal comparando, é tipo um aterro do flamengo. Estava totalmente deserto, por causa do mau tempo. Visitamos o hotel nacional, um dos mais luxuosos de havana, e caminhamos até o recém-inaugurado monumento antiimperialista, em frente ao consulado da suíça, onde os cubanos conseguem visto para os estados unidos. São 138 bandeiras negras. É assustador. Eu, se fosse o bush, ficaria com medo de Fidel, hahahaha! (…)
Vou deixar para contar pessoalmente da decadência e destruição da cidade, ainda maiores e mais impressionantes do que esperávamos. O estado de total depredação das casas somado ao fato de que as ruas estavam totalmente desertas por causa de Alberto, o ciclone, nos fez ter literalmente a sensação de estarmos visitando uma cidade fantasma.
Depois do museu descansamos um pouco e no fim da tarde decidimos ir a Habana vieja, o bairro histórico e o mais turístico da cidade. Só que a essa altura a tempestade tinha voltado com força total, e nos pegou no meio do caminho. Antes paramos na Plaza de la revolución, onde fica o ministério do interior, com o famoso painel com a efígie de Che Guevara – que, de fato, é um herói nacional, cultuado de todas as maneiras possíveis, desde as tradicionais camisetas até postais, chaveiros, livros, calendários e muito mais. (…)

Hoje viemos para Santiago de cuba, que parece ser mais bem conservada que havana. (…) agora começou uma nova etapa da viagem, pois não estamos mais por nossa conta e sim numa excursão com um grupo. São oito pessoas: um casal de italianos, um casal de velhinhos da Guatemala e outro casal da Espanha. acho que vai ser bem bacana.
bjs meus para todos!

Trechos do e-mail enviado por la Otra na segunda, que (sorry) só agora eu pude postar. Eu respondi mandando ela aproveitar e pedindo uma garrafa de rum, Roitman que sou. Hic!
Helê

Notícias do mundo de lá: Monix escreve!

From: Mônica Chaves

Date: Jun 12, 2006 6:09 PM
Subject: notícias da conexão havana

Oi, pessoal
Finalmente consegui um cyber café no hotel em Santiago de cuba. Telefonar é missão impossível: alem de não se achar o cartão telefônico para vender, quase não há telefones públicos e não existe chamada a cobrar a partir de cuba (Fidel quer que gastemos nossas divisas aqui mesmo).
Em havana pegamos Alberto, o primeiro ciclone da temporada 2006. Não sei se a noticia chegou aos jornais e tvs brasileiros, mas agora já podemos dizer que conhecemos uma tempestade tropical caribenha. Muita chuva, muita mesmo, o que prejudicou um pouco nossa experiência na cidade, já que os habaneros ficaram dentro de casa. Nós, que tínhamos o taxímetro rodando em euros, fomos para a rua conhecer o que fosse possível.
No sábado fomos ao cinema yara, na esquina do hotel no bairro de vedado, onde está se realizando um festival de cinema francês. Vimos um filme ótimo e conhecemos um pouco do cotidiano dos cubanos. Foi bem bacana.
Domingo aproveitamos um período de estiagem e demos uma caminhada pelo bairro. Passamos pela sorveteria coppelia, bastante famosa, mas tínhamos tomado um café da manha tão monumental (aguardem fotos e filmes) que não cabia nem mais uma castanha de caju. 🙂
Andamos até o Malecón, que, mal comparando, é tipo um aterro do flamengo. Estava totalmente deserto, por causa do mau tempo. Visitamos o hotel nacional, um dos mais luxuosos de havana, e caminhamos até o recém-inaugurado monumento antiimperialista, em frente ao consulado da suíça, onde os cubanos conseguem visto para os estados unidos. São 138 bandeiras negras. É assustador. Eu, se fosse o bush, ficaria com medo de Fidel, hahahaha! (…)
Vou deixar para contar pessoalmente da decadência e destruição da cidade, ainda maiores e mais impressionantes do que esperávamos. O estado de total depredação das casas somado ao fato de que as ruas estavam totalmente desertas por causa de Alberto, o ciclone, nos fez ter literalmente a sensação de estarmos visitando uma cidade fantasma.
Depois do museu descansamos um pouco e no fim da tarde decidimos ir a Habana vieja, o bairro histórico e o mais turístico da cidade. Só que a essa altura a tempestade tinha voltado com força total, e nos pegou no meio do caminho. Antes paramos na Plaza de la revolución, onde fica o ministério do interior, com o famoso painel com a efígie de Che Guevara – que, de fato, é um herói nacional, cultuado de todas as maneiras possíveis, desde as tradicionais camisetas até postais, chaveiros, livros, calendários e muito mais. (…)

Hoje viemos para Santiago de cuba, que parece ser mais bem conservada que havana. (…) agora começou uma nova etapa da viagem, pois não estamos mais por nossa conta e sim numa excursão com um grupo. São oito pessoas: um casal de italianos, um casal de velhinhos da Guatemala e outro casal da Espanha. acho que vai ser bem bacana.
bjs meus para todos!

Trechos do e-mail enviado por la Otra na segunda, que (sorry) só agora eu pude postar. Eu respondi mandando ela proveitar e pedindo uma garrafa de rum, Roitman que sou. Hic!
Helê

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