Ernesto, meu argentino favorito

Segunda-feira, Junho 26, 2006

Meu engajado (e querido) amigo Silvinho enviou-me a seguinte mensagem, no dia 14 último:

Há 78 anos, em Rosário, Argentina, nascia Ernesto Guevara de la Serna. Uma das raríssimas exceções desse mundo. Parabéns “Che”!

Achei que valia um post, embora não tivesse clareza sobre o que escrever exatamente. Procurei a sempre útil Wikipedia (salve, salve!) que diz o seguinte:

Che Guevara nasceu no dia 14 de Maio e não 14 de Junho como oficialmente a data tornou-se conhecida. A data precisa foi descoberta pelo escritor John Lee Anderson ao entrevistar uma das amigas da mãe de Che, que lhe revelou que à época do nascimento dele, sua mãe Célia, teve de adiantar a data em um mês porque ela havia se casado grávida e, se não o fizesse, sua família descobriria o seu segredo.

Então eu contei sobre a minha descoberta pro Silvio, que respondeu belamente:

Pois é… em quem acreditar? Tomara que tenha sido em maio mesmo, assim o mundo teve Che vivo por mais um mês. Mas, como vc disse, se maio ou junho não tem tanta importância assim, né?! Obrigado pela informação… Mas coloque tudo isso no blogue de qualquer jeito!!!

Então está tudo aqui, Silvio, ilustrado com as fotos que selecionei em um site* que já saiu do ar. Escolhi as mais incomuns, especialmente aquelas em que ele aparece sorrindo (como era bonito, meu Deus!), ou as que aparece como pai. Porque sempre há novas maneiras de ver um homem tão fascinante quanto Che Guevara.


Helê

*Recebi em abril de 2011 um gentilíssimo email de Joanna, que em espanhol avisava-me que o “enlace” estava “roto”, isto é, que o link não funcionava. Sugeriu então este outro, que coloco à disposição agora. Por causa do email dela, dei-me conta de havia deixado escapar esse e mais uns outros posts. Gracias novamente, Joanna.

Rumualékissa Brasil 4 x Japão 1

Domingo, Junho 25, 2006

RUMUAÉKISSA Brasil 4 x Japão 1

E agora, Parreira?

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Tô com a Milly Lacombe: não sei se tem quadrado mágico, mas com Cafu, Roberto Carlos e Emerson a seleção tem um Triângulo da Bermudas: eles jogam e o futebol some.

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Gente, na hora do gol do Japão eu ri muito com o silêncio do Gavião Bueno (assisti no trabalho, sem outra opção a não ser o Mala das Malas). O cara ficou m-u-d-o, foi ridículo e engraçado, cara, coisa de torcedor mesmo.

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Os flamenguistas presentes, pra não perder a viagem, gritamos:Zico! Zico! Zico!

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Ronalducho calou a minha boca, como eu pedi. Mas no dia seguinte, vendo os jornais na banca, ainda o exagero, beirando o mau-gosto: dois jornais estamparam a manchete ”Viva o gordo!”. Achei um pouquinho demais, gente. No Kibe Loco, morri de rir. Mas num jornal?

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Outros veículos fizeram menções mais sutis, tipo ”Vale quanto pesa” e as divertidas ”Brasil tira a barriga da miséria” e ”Gordo é a vovozinha” supostamente escrito em japonês, n’ O Dia.
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A melhor de todas, pra mim, foi a d’ O Globo: ”Enfim, o Brasil”. Genial porque sucinta e justa, falando do time e não apenas destacando um jogador.

**
Outros jogos:
– Os jornais dizem hoje que a Argentina jogou mal. Discordo. Acho que o México foi quem jogou muito bem, e não fosse aquele golaço do Maxi Rodríguez…Excelente partida.

– Que, aliás, desbancou o Cole, da Inglaterra, como autor do mais bonito gol da Copa, até aqui. Praticamente o mesmo lance – matada no peito e puta chute – só que meio sem ângulo, de lado, com mais dificuldade que o inglês.

– Só vi partes do segundo tempo, mas a seleção do Felipão bate bem, heim? A despeito disso, mereceu a classificação; torci por Portugal.

Helê

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