Ainda a Copa

Daqui a pouco eu vou ter que dar participação nos lucros pra ela, mas a observação foi muito sensata e não posso omitir o crédito. Eu conversava com a Manu sobre o chororô e a desilusão das crianças com a seleção brasileira, e defendia minha posição, que é deixar chorar mesmo, que só o tempo ensina, blábláblá. E a Manoela, concordando, lembrou que pra criança deve ser ainda mais confuso ver os mesmos adultos que torceram loucamente, chegaram mais cedo do trabalho, se fantasiaram, gritaram impropérios, ficaram fora de si, pra resumir, dizerem depois com cara de pena: ‘Fica assim não, isso é só um jogo.’ No mínimo, contraditório, não? Se é assim, porque os adultos se comportam de maneira tão… infantil?

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Eu venci a preguiça e resgatei do sótão das minhas memórias o meu diário de 1982 (sim, eu era nascida, olha a palhaçada. E escrevia diários sim, ué, ainda não havia blogues…) Bom, tem aqui uma página com as figurinhas daquele time (as que vinham no chiclete Ploc), além o Laranjito, que foi o símbolo daquela copa e eu pintei na minha rua:


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E para matar as saudades de quem viu e apresentar aos mais novos, o Pacheco original (antes de reencarnar no meu marido):



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Sobre a final, uma frase resume minha expectativa: “Troco um pelo outro e não quero troco”. Tanto faz. Agora olha só que imagem genial essa do Kibe Loko, que ele chamou de ‘Adiantando o serviço’:


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Agora vem cá: esses meninos da Alemanha não mereciam mesmo uma medalha? Terceiro lugar é pouco, néam?


O técnico fofo Klinsmann e o capitão Ballack

Helê

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