A melhor gargalhada do meu sábado, para coroar uma semana que já começou ótima, foi proporcionada pelo mui espirituoso Álvaro, meu amigo há longos 20 anos. Na pista, tocava Ana Carolina: aprendi a mer virar sozinha e se eu tô te dando linha é pra depois te abandonar… Comentário maldoso: “essa é a melô da velhinha do Manoel Carlos”. Huahuahua!
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O Álvaro é um dos meus amigos mais antigos e constantes. Nesse tempo todo em que convivemos, ele escutou todas as minhas maluquices sem alterar um músculo facial; relevou meus ataques de patroa; me acompanhou em restaurantes, cinemas, viagens a Petrópolis; cantou, promoveu os mais agradáveis churrascos; assistiu bobagens televisivas, desde a estréia da Casa dos Artistas até maratonas de Friends. De quebra, me deu de presente a doce Verônica, que além de tudo isso ainda me privilegia com sua sabedoria serena, e já me tirou do buraco da angústia mais vezes do que imagina, com seus mapas, trânsitos, florais, ou simplesmente com sua energia positiva. Os dois não sabem o que é mau humor, não sabem o que é ser desagradável, têm a casa mais linda da cidade. Meu filho chama o filho deles de irmão.
Eu não digo sempre que eu tenho os melhores amigos do mundo?

-Monix-

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