As cotas raciais, agora sob o viéis econômico

Fala-se de uma economia forte e estável quando o país conviver, ao longo do tempo – e não apenas em espasmos – com um setor público realmente equilibrado, preços realmente estabilizados e o setor externo realmente em expansão. Nada disso será possível, podem acreditar, enquanto as vias de acesso do mercado aos bens e serviços que tal economia poderia oferecer continuarem vedadas à maior parte da população.
É necessário, por isso mesmo, enfrentar a questão das políticas afirmativas e da imposição de cotas para negros e/ou pobres em diversas áreas de atividade. Os doutos e sabidos têm a obrigação de arrumar soluções e saídas. Mas começando já – e não, como é clássico entre nós, deixando tudo para as próximas gerações. A longo prazo, como ensinou Lord Keynes, ícone da moderna economia do século XX, estaremos todos mortos.
(…)
Dados como esses indicam a necessidade de ações afirmativas e “desiguais” para a superação das discriminações seculares. Sem isso, nascer negro continuará a ser o caminho mais natural para crescer pobre.

Leia a íntegra No Mínimo.

-Monix-

Vou aderir à campanha lançada pela Helê elogiando a vaca-mãe.

– André, o que você quer ganhar de aniversário: um Playstation ou um trem elétrico?
– Mãe, se eu tiver um Playstation, a gente não vai mais conseguir conversar que nem a gente tá conversando agora. Meus amigos todos têm, quando eu for na casa deles eu jogo.

Todo mundo batendo palmas pra Lôra, que ela merece!

-Monix-

…e o funk carioca ganhou o mundo. Conheçam Tigarah, a Tigrona do Japão: 

-Monix-

9:49 AM

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