Quinta-feira, Agosto 31, 2006

Hoje é o BlogDay, dia de indicar blogs novos aos leitores:

Filthy McNasty – Conheci por causa do Copy&Paste, totalmente fora da minha órbita natural. No entanto eu sou apaixonada pelo texto desse moço, especialmente quando ele escreve sobre sentimentos, relações, mulheres. Se tiver algum pré-conceito esqueça e permita-se; vale a pena.

A vitrola da Beth S – A queridíssima Beth Salgueiro resolveu ‘socializar’ seu inacreditável acervo musical, juntamente com muita informação e bom gosto. Sabe quando você aprende se divertindo? Pois é, cada disco da vitrola é uma aula inesquecível.

Quase dois irmãos – Blogue do Zé, meu querido amigo digital-nada-virtual, e do Adriano, que admiro muitíssimo. Tem futebol, reminiscências, políticas, amor, amizade, tudo do ponto de vista de homens inteligentes – e eu adoro ler o que eu chamo de “o diário dos meninos”, ou seja, a visão masculina sobre o mundo.

beijo beso bisou bacio kiss kuß poljub kyss kisu – Um blogue com fotos de beijos – de todos os tipos, estilos, propósitos, intenções, etc. Pena que a atualização não é tão freqüente; acho a idéia maravilhosa.

Promessas – descobri há pouco tempo, mas acho que vou virar freguesa: Umore mio com posts curtos, afiados; citações musicais e músicas impecáveis; e Favoritos, um guia para lugares inúteis e divertidíssimos na uébi.

Helê

Trilha sonora para o dia, ou melhor, a noite de hoje: o que elas querem.
Helê

Vejam só, eu fui a feliz vencedora da promoção mais engraçada da blogosfera, a Marmelada de CD do Marcos VP. O mimo chegou ontem pelo Correio e muito me agradou, a começar pelo título: Ladies on the Road. Melhor ainda a justificativa, que parte do que seria o paradigma da mulher moderna: aquela que sabe usar computador, dirigir e falar inglês. Diz o VP: “Pensando no Duas Fridas, uma coisa para mim era certa: o CD tinha que ter uma cara feminina. (…) Acabei desistindo de certas músicas, ao mesmo tempo em que pensei que não necessariamente mulheres que falam de mulheres têm que gostar de escutar mulheres cantando sobre as mulheres. (…) Sob essas premissas, consegui fechar outra seleção. Músicas colhidas em mp3 (mais informática impossível…), em estilo pop estrangeiro e que remetem às estradas: músicas para ouvir dirigindo, rindo, chorando, brincando.”

Adoraria saber como foi que o VP descobriu que eu só ouço música dirigindo, mas tudo bem. Vai ver que eu sou super mulher moderna e nem sei.
A seleção musical agradou tanto quanto o título, a capa e a carta que acompanha o brinde. Inclui desde a musa Madonna, que não podia faltar, a Alanis e Sheryl Crow, que eu amo, passando por novidades que eu não conhecia e amei.
Eu nunca ganho nada, só podia mesmo ganhar na marmelada. 🙂

-Monix-

Meu umbigo, meu mundo


A suprema Renata abriu ontem, exatamente um mês antes do grande dia, a temporada de agrados, declarações e afagos à Pessoa que vos escreve, me dando de presente esse livro lindo sobre nuestra musa, a Kahlo.
Iniciada a contagem regressiva para meu niver, dia 27 de setembro.

Helê, a cara de pau

A eles

Aos que estão mudando tudo, por dentro e por fora
Aos que discutem a relação, mesmo quando é para concluir que ela se acabou
Aos que sabem fritar ovo e também trocar carrapeta
Aos que não ajudam, dividem
Aos que não se esquecem das pequenas gentilezas
Aos que entregam a chave do carro quando bebem
Aos que olham para seus pais e os entendem, mas não se reconhecem
Aos que choram de emoção, medo, desespero ou profunda alegria
Aos que não têm medo de ter medo, porque aí reside a verdadeira coragem
Aos que perceberam a diferença entre cuidar e patriarcar

Aos homens da minha geração, digo:
O rei está morto, viva o novo Rei!

-Monix-

Para animar a sexta-feira: Light my fire, no Dufas Dial.

Helê

Moças bonitas


Quando postei aqui a canção de Lenine, ‘Todas elas juntas num só ser’, a Anna Brasileira me convidou a passar lá no cafofo dela e escolher a canção-homenagem a uma mulher que eu achasse mais bacana. Eu, maleducadamente, não fui, mas por absoluta incapacidade em escolher uma entre tantas músicas sensacionais. Pensando (e ouvindo) sobre o assunto, concluí que alguns autores, para fugir do dilema de escolher uma musa única – sujeita a traições, decepções e demais intempéries – optaram por uma espécie de genérico: Moça Bonita. Assim, amanhã ou depois, quando a Rita levasse o sorriso do cidadão, ou a Rosa arrasasse com o projeto de vida dele, ele poderia mudar a mulher e manter a canção.
Bom, eu não sei se foram essas as (más) intenções dos rapazes que estreiam hoje no Dufas Dial. Seja qual for, há 3 belas moças sendo merecidamente cantadas. Ouçam e comentem, lá ou cá.

Helê

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