O ciúme

Tudo começou no já (de)cantado em verso e prosa encontro da quinta-feira passada. O Alex Castro disse que não sente ciúmes. Todos riram, mas eu fiz uma pergunta movida por legítima curiosidade: “é verdade”?

***

Costumo dizer que não sou ciumenta, a não ser que me dêem motivo. O que, obviamente, é uma piada. Porque sem motivo é bem mais fácil não ter ciúmes. Pelo menos em termos – conheço muita gente que tem ciúmes imaginários. Uma amiga proibia o (ex) marido de usar perfume para ir trabalhar. E separava roupas que ele só podia usar para sair com ela. Há homens que agem de forma semelhante.
Não sei se é meu ascendente em Aquário, mas sempre fui muito independente e detesto dar satisfações da minha vida para quem quer que seja. Por conseguinte, também não as peço.
Mas já me deram motivo. E fui forçada a me confrontar com a “flecha preta” do ciúme. Não foi um espetáculo bonito, embora inevitável. Mesmo uma control-freak de carteirinha como eu sabe que os sentimentos estão lá. Como um rio que não pode ser transposto nem domado, diz o texto que a Vera indicou nos comentários.
O que importa é que, gostando ou não, aprendi que o que a gente sente é nosso e ninguém tasca. Não remo mais contra a correnteza, poupo esforços inúteis. Deixa o rio correr.

-Monix-

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