Moças bonitas


Quando postei aqui a canção de Lenine, ‘Todas elas juntas num só ser’, a Anna Brasileira me convidou a passar lá no cafofo dela e escolher a canção-homenagem a uma mulher que eu achasse mais bacana. Eu, maleducadamente, não fui, mas por absoluta incapacidade em escolher uma entre tantas músicas sensacionais. Pensando (e ouvindo) sobre o assunto, concluí que alguns autores, para fugir do dilema de escolher uma musa única – sujeita a traições, decepções e demais intempéries – optaram por uma espécie de genérico: Moça Bonita. Assim, amanhã ou depois, quando a Rita levasse o sorriso do cidadão, ou a Rosa arrasasse com o projeto de vida dele, ele poderia mudar a mulher e manter a canção.
Bom, eu não sei se foram essas as (más) intenções dos rapazes que estreiam hoje no Dufas Dial. Seja qual for, há 3 belas moças sendo merecidamente cantadas. Ouçam e comentem, lá ou cá.

Helê

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Papo eleitoral gratuito

– Eu gosto do Gabeira, mas acho que ele tá eleito…
– Sei não, ele precisa de muito voto porque o partido dele é pequeno.
– Pô, pensei em votar no Luís Eduardo Soares…
– Taí, uma boa opção! Mas queria conhecer melhor as propostas dele.
– É, pena que é homem, branco e classe média.
– Ah! Deixa eu ver… ele é gordinho…
– Não muito… já sei: é careca!
– Pronto, já representa uma minoria, beleza.

Helê

Dedicado a vocês

Dedicado a vocês

Quem costuma cometer trocadilhos infames por aqui sou eu, confesso. Mas quem criou o mais recente deles, para nossa honra e glória, foi a suprema Dedéia, que nos deu um encargo muito importante. Vocês sabem: esse negócio de fada madrinha é pra gente comum, feito a Cinderela; Andrea Bacellar (e Carlos Matos) necessita(m) de fridas-madrinhas, ora pois. E foi com muito gosto que fomos nós ao cartório cumprir nossa missão – que os burrocratas chamaram de testemunhas de união estável, coisa mais sem graça. Eu achei que era mesmo um evento, coloquei a máquina digital na bolsa e pensei em levar umas flores, mas na hora amarelei, achei que estava levando tudo a sério demais, vendo poesia num cartório, segunda-feira, meio-dia e meia, veja você. Depois eu descobri que não era a única. E também não foi por acaso – porque nada é – que eu encontrei ontem, sem estar procurando, esse texto aqui da Dani Menezes sobre casamento. Então fica aqui essa oferta singela ao casal, a quem eu desejo que se apaixone muitas vezes mais, e a quem peço que relevem aí a pieguice, mas é que sentimental eu sou, paciência.

Helê

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