Panamenidades

Julho 26, 2007

Ninguém mais lembra – afinal, faz 10 dias! – mas a abertura foi muito bacana, com vaia e tudo. Eu me pergunto se para os de fora não foi tão chata quanto as outras foram pra mim, porque é sempre um show sobre o umbigo do anfitrião, né mesmo? E como é que a gente traduz a Adriana Partimpim naquela cadeirona cantando Caymmi? Como é que se legenda uma força feito o Cordel do Fogo Encantado? Só em português brasileiro é que dá pra sacar toda a poesia daqueles momentos.
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Eu não sou a torcedora típica, vocês sabem que o Pacheco aqui de casa é outro. Mas depois do acidente da Tam o Pan passou a ser a melhor parte do noticiário.
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A torcida andou dando uns vexames, vamos admitir. Bem coisa de carioca, que começa na galhofa, se anima, passa dos limites e perde a loção (agora o Marcos VP abriu deu uma risadinha ali que eu vi!). Mas um evento como esses acaba servindo também para educar as platéias, espero eu.
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Prefiro destacar a as sacadas criativas, como acompanhar o Danúbio Azul com palmas (no jogo de vôlei masculino). Ou, a melhor de todas até agora: na cerimônia de abertura, o cartola mexicano cumprimenta a platéia, e inicia seu discurso:
– Hoy….
E faz a pausa que a galera aproveita e responde:
– OOOOOOOIIIIII!
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A dispensa do Ricardinho virou um babado que eu vou te contar! De fato, é uma grande notícia que o recém eleito melhor jogador do mundo, capitão da seleção, seja dispensado etcetera e tal. Mas veja bem: o técnico já falou em desgaste, estress da relação, problemas de comportamento, atraso… O que mais precisa explicar, gentem? Precisam que soletre? Ou é a sede por detalhes sórdidos?
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Eu não me acostumo com essa metamorfose do pingue-pongue, nesses eventos vira tênis de mesa!
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O astral da cidade é maravilhoso, um clima assim meio copa do mundo, sabe? O povo animado, tomando o que lhe pertence: as ruas. Foi uma cena memorável pegar o metrô no sábado, às 9 da noite, e encontrá-lo cheio, com famílias, turistas, grupos de amigos.

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Agora vem cá, memoráveis mesmo são os garotos da natação, heim? Aquele bando de menino sarado, criado a toddynho, com aqueles corpos intermináveis, amplos, belíssimos. O verdadeiro espetáculo do crescimento, benzadeus!

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Só um lembrete: Obina voltou!

Helê

8:37 AM
Comments (13)

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