7 Filmes Assustadores

À Meia Luz

O Que Terá Acontecido a Baby Jane?

Com a Maldade na Alma

Cabo do Medo

Disque M para Matar

O Silêncio do Lago

Bem me Quer Mal me Quer

Pelo teor desta lista, já deu para notar que terror psicológico me apavora muto mais que sustos, gritos, violência, sangue e vísceras espalhados pelo chão. ‘À Meia Luz’ explora o medo de enlouquecer, um fantasma que assombra qualquer ser humano dono de sua razão, numa interpretação magistral de Charles Boyer. Bette Davis também faz jus à alcunha, atribuída a ela por muitos, de melhor atriz de todos os tempos, em ‘Baby Jane’ e ‘Com a Maldade na Alma’. No primeiro deles, sua parceria brilhante com Joan Crawford culmina numa das mais fortes cenas finais que já assisti, com uma reviravolta realmente inesperada (não me venham falar em ‘Sexto Sentido’: décadas antes de Shyamalan o cinema já tinha produzido uma trama muito mais surpreendente, tornando obrigatório assistir ao filme a segunda vez). O segundo, ‘Com a Maldade na Alma’, foi produzido na esteira de seu sucesso, conforme descobri pesquisando para escrever este post. Só lembro que assisti-lo foi tão perturbador que pela segunda vez na vida tive vontade de desistir no meio de um filme. A primeira vez que isso aconteceu foi em ‘Cabo do Medo’, um filme que une os talentos de Robert De Niro e Martin Scorcese com o único propósito de nos apavorar – um daqueles que nos deixa com medo de andar na rua depois de sair do cinema. O chamado “mestre do suspense” não pode ficar de fora de uma lista como esta. É difícil escolher, mas como meus critérios são puramente pessoais e explicitamente subjetivos, selecionei aquele que me provocou mais emoções. Talvez porque ‘Disque M’ tenha sido o único HItchcock que assisti no cinema, com todo o benefício da sala escura e da tela grande. Já ‘O Silêncio do Lago’ não precisou de nada além da própria trama para me deixar sem dormir por várias noites. Não vou explicar o motivo para não estragar o suspense, mas o final do filme (bastante amenizado na versão americana, que assisti em vídeo há uns 15 anos) é simplesmente o pior pesadelo de qualquer ser vivo.  Outro filme que literalmente me tirou o sono foi ‘Bem me Quer…’, que peguei na locadora enganada por uma capa que indicava se tratar de uma comédia romântica. A presença de Audrey Tatou no papel principal e o início quase água-com-açúcar completaram a ilusão, e parecia que minha noite de domingo se encerraria com um filminho bastante inocente. No entanto, quando a verdadeira história se revelou, perdi a chance de dormir tranqüilamente – em compensação, ganhei a experiência de assistir a um filmaço, digno de figurar em qualquer antologia que se preze.

-Monix-

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