Aviso aos viajantes – navegantes ou não

A todas as leitoras e leitores desse modesto bloguim que vivem além mar ou trás-os-montes, que saibam minimamente quem sou eu e quem é La Outra (quem é a preta e quem é a branca, por exemplo) e que gostariam de privar da nossa intimidade (ui!) – ainda que em público: por favor, façam contato quando vierem ao Rio. Deixem um comentário, mandem e-mail para o duasfridas@gmail.com, rufem os tambores, instruam o pombo correio – que, aliás, nunca faz greve. Porque eu fico passada na farinha de trigo integral (sim, tô de dieta) quando eu fico sabendo que a Meg e seu consorte (neste caso, com muita sorte) estiveram aqui, ali na Lapa, na sexta-feira, onde eu também estive, e a gente não tomou nem uma dose de pinga, nem uma bohemia gelada. Só perdôo porque ela me (nos) colocou em tão seleta companhia – Vinícius de Moraes, Alex Castro, Machado de Assis, Anna V. – que realmente seria uma ingratidão brigar com a moça. Mas fica a inevitável frustração de uma oportunidade perdida – tão perto, tão longe… (como aconteceu com certa leitora do Espírito Santo durante o Pan – é, você mesma, eu não esqueci, querida).

Sei que às vezes é tudo muito corrido, há quem venha a trabalho, como foi o caso da Meg, e quem venha e volte no mesmo dia, feito a Grazi. Tem os que têm família grande e muitos compromissos, os que se hospedam distante – sem contar com as nossas próprias enrolações, que abundam, é verdade. Mas, como dizem os franceses, vaiquedá? Vai que o trabalho é perto do meu, vai que a tua tia mora perto da minha, vai que eu vou à Lapa naquela noite? !

Não creio que a Meg tenha se sentido tímida – pelo post parece que ela queria mesmo era a cidade toda pra ela e para o Boêmio… Mas esse é um fator a considerar. Sim, é estranho encontrar pessoalmente quem a gente só assim conhece de letras, mas pode deixar de ser e virar algo divertido, prazeroso, interessante, surpreendente. A gente também vai meio sem jeito, pensando se a pessoa vai gostar da gente e vice-versa, se vai ter assunto, se a gente não é maluca de conhecer “gente da internet”, como dizem os incréus. Mas, olha, nosso balanço é que decididamente vale a pena – ou esse blogue e essa amizade não existiriam. All we are saying is give Fridas a chance (ai que ele agora se revirou no túmulo, o John!)

Helê

6 Respostas

  1. Hahahahaha tô dando muita risada aqui Helê! Gente, sou eu a leitora do ES, confesso. Culpada! Mark, sou Vitória mesmo e vc é de onde?
    Fui no Rio na época do Pan e por pura timidez (e tb achando q ia incomodar as duas) só avisei q tinha ido depois q já tinha voltado hehehe. Helê, vc é um amor por se lembrar disso, obrigada por fazer com q eu me sinta especial.
    Me perdoem, isso nunca mais se repetirá. Aliás, devo ir praí mês que vem, e provavelmente vou à Lapa, quem sabe? Vai ser aquele esquema, muita coisa pra fazer, viagem curta de 2 dias… mas… vaiquedá?
    Beijos com carinho

    Ueba! Vc vem quando, na Olimpíadas? Vc só viajam em grandes eventos esportivos, Myrion? :-)
    Eu não ia revelar a sua identidade, a mesmo que vc aparecesse por aqui. Mas saiba que vc é realmente especial, pra nós duas.
    E apareça mais, pelo menos virtualmente;-)
    Beijoca,

    Helê

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  2. Ai, que luxo, que tudo essa deferência de ser citada em um post! (espero que seja eu mesma! haha). Bom, pelo menos na última vez que fui no esquema bate e volta eu tive o privilégio de estar em companhia de La Otra! Que, diga-se de passagem, é uma anfitriã da melhor qualidade. Mas, me aguarde queridíssima Helê porque em breve eu darei o ar da minha graça para tomarmos uma dose de pinga e otras cositas más! Beijão!

    Ô, criatura, é claro que é vc, né?! É disso que a gente precisa aqui, gente que dê testemunho do quanto nós somos adoráveis, hahahahaha!
    E gente, a Grazi vem rápido mas vem bem: já pegou até um aniversário meu, foi o máximo tê-la entre nós!
    beijo,

    Helê

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  3. Leitora do Espírito Santo? Quem será essa minha conterrânea? :)

    Eu ia preservar a identidade da moça, Marcus, que é muito reservada. Mas ela já se entregou…
    Abraço,
    Helê

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  4. anfitriões, claro.

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  5. Queridas,

    peço mil desculpas. Mas foi um pouco disso tudo mesmo: uma certa sem-graceza de chegar de visita assim de repente e incomodar os anfritiões, uma certa vontade de fazer uma mini-lua-de-mel, o total improviso da esticada que me deixou sem agenda e portanto sem os endereços reais de vcs e sem ter como conseguir os telefones, etc.

    Da próxima não tem erro: aviso com antecedência e acho um jeitinho da gente se encontrar! Adoraria dar um abraço de verdaed em vocês duas!

    mil beijos

    Eu logo vi que não havia como competir com uma cama king size… (foi seu Con(muita)sorte que falou lá no divã dele!)
    Não tem que se desculpar, Meg, te esperamos na próxima oportunidade, combinado?
    Beijoca,
    Helê

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  6. Helê, atire o primeiro pão-de-queijo quem nunca vacilou. Como reza o velho samba: perdão foi feito pra gente pedir.

    E, da próxima vez, que possamos pedir na mesma mesa uma gelada na Lapa.

    O Boêmio Consorte agradece o carinho e o post dedicados à Meg de sorte.

    Beijo e até,
    r

    PS: Uma vez em Bh, não repitam o nosso comportamento, façam-me o favor.

    Vamos pensar no seu caso, viu? ;-) Bjs, Monix
    Sim, estamos considerando e em breve haverá deliberaçãoes :-D
    Aquele Abraço, Helê

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