Caminho do meio

Eu disse outro dia para uma amiga, na sincera intenção de ajudar:

– Parafraseando a Adélia Prado, “mulher é desdobrável. Você é” (mas eu admito que dá um cansaaaaaço desdobrar tanto…).

E ela me respondeu, com igual sinceridade:

– Desdobrar? Eu me sinto um origami…

Porque, como tentam ensinar há milênios alguns orientais, tudo que salva, mata, e vice-versa, dependendo da proporção. E nas relações todas, convém o equilíbrio entre o excessivo flexível e o rígido absoluto. A mulherada tende ao origami, e não acha a forma original, depois de tanta dobra.

Helê

2 Respostas

  1. Mas o origami não é um exemplo de equilíbrio? Dobrar, desdobrar, redobrar e não agir? Transformação de algo de aparência inerte em algo em movimento visível?
    Ih!…. Viajei…
    beijos para as duas fridasque são uma e três e mil….
    Cae

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  2. Adoreeei!
    Vou aderir: “minha filha, tô o maior origami hoje”
    Saudades das cariocas lindas do meu Brasil

    Ps*
    dica da Pat:
    http://www.papagaiomudo.blogspot.com

    Uma delicinha mineira de blog

    : *

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