Minha olimpíada de estimação

Os chineses podem fazer bonito o quanto quiserem (ou conseguirem), mas nunca poderão tomar o lugar dos soviéticos em meu coração. Para mim, olimpíada sempre foi e sempre será sinônimo de Misha, o ursinho de Moscou.

A inspiração para esse assunto veio da Mary W, que criou um blogue novo só para falar das Olimpíadas.

-Monix-

Ângela e os livros

Já eu tenho uma relação com livros bem parecida com a da Ângela, com exceção do amigo Digão e, obviamente, do Flamengo:

Já tentei organizar estantes por assunto, mas no máximo chego a “grandes temas” ou por autor. gosto da bagunça de esbarrar no que não estava esperando.
Ah, sim, amo bibliotecas nas quais você entre para pegar o livro. Odeio aquelas nas quais a bibliotecária vai lá pegar o tal e elimina a possibilidade do esbarrão naquilo que pode ser mais legal do que a busca original. Na época da fichinha os esbarrões aconteciam na gaveta, mas no micro não. Gosto de feiras como a do Lgo. do Machado e Carioca. Odeio bienais e flips. Amo sebos. Odeio a Saraiva, Sicilianos e tenho preconceito com as chinfrosas. Gosto da Folha Seca do meu amigo Digão, no Centro, perto do CCBB. Paro nas banquinhas que vendem livros velhos. Adoro quando cai uma nota, um papelzinho, quando os livros têm rabiscos que não fiz.
Não me sinto na obrigação de ler tudo. Nunca consegui acabar o Vermelho e Negro, por exemplo, achei um saco. (mesmo sendo flamenguista, hahahaha ) Mas adoro vários clássicos. Tenho um certo pavor de poesia. E de literatura muito muderna. Ah, sim. Tb escolho pelas capas, claro. Já me enganei muitas vezes, mas assim como filme ruim, eu largo pela metade sem dó.

Bom, respondendo à pergunta da Helê: minha relação é totalmente carnal, nada platônica.

Continuem, continuem, que tava ótimo.

-Monix-

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