Recado para la Otra

Monix: eu vi Nunca te vi, sempre te amei (84 Charing Cross Road ), comovi-me bastante e acho que há algum sentido em ter esperado 21anos para ver esse filme. Porque eu, como você, leio sinais, mesmo os ininteligíveis, e não consigo crer que tenha sido por acaso que logo você, minha sócia nesse escrever para fora e para outros, recebendo comentários e presentes de “desconhecidos” tão próximos quanto queridos… não, não pode ser coincidência que, de certa forma, você tenha me contado essa história. Talvez eu esteja viajando muitíssimo, mas encontrei similaridade entre aquela história e a nossa lida aqui. Pensei na cachaça que a Meg mandou pra mim, na bolsa que a Beth te deu, na canção que enviei certa vez para o Adriano, e tantas pessoas para quem demos e recebemos e sequer pudemos ver, mas que encontramos através das palavras e da disposição para o encontro, talvez a principal força motriz da blogosfera.

Obrigada, Só. Pelo conjunto da obra.

Helê

5 Respostas

  1. Ai que coisa mais lindaaaaa!!!
    na hora que eu li eu lembrei do bolo da Aline que eu levei…e lembrei do meu dia das mães longe da Bibi que eu passei com dona frida e sua familia fofa…
    beijos, queridas!
    e obrigada, também!

    É mesmo, Naty, teve sua participação especialíssima no lanche da casa da minha avó, né? Sabe que eu nem me lembrava disso? Mas acho que deu pra amenizar um pouquinho a tristeza de estar longe da sua filhota no dia das mães, que dó! E a gente estava praticamente se vendo pela primera ou segunda vez. É a corrente do “nunca te vi, sempre te amei” em ação. Bjs, Monix

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  2. Adoro esse filme. E la otra. E la una. Eita portunhol…

    bjs

    E eu adoro Mani por aqui, coisa rara ;-) Esteja certa que estão na listas uns pãezinhos que vc mandou de Salvador pras cariocash, cuja caixa eu tenho até hoje, guardando miçangas e carinho.
    Beijo!
    Helê

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  3. E tem também o livro sobre Billy Wilder que ganhei da Meg, o meu chá de panela virtual, as cartas, cartinhas e postais que chegaram pelo correio, o bolo verde que veio do Piauí, um telefonema da Nina em um momento crucial, nossa tanta coisa que nem dá pra lembrar de tudo. Para mim, “nunca te vi sempre te amei” já é uma sensação que faz parte da vida.
    Bjs, Monix

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  4. hele, acreditia que ontem, na hora de deixar recado pra don diego, quase deixei a frase NUNCA TE VI, SEMPRE TE AMEI, só que faltou coragem, hahahahaha.
    conjunçao astral, né messs?

    beijos

    Ah, sim, os astros, Vera, eles têm seu papel, hahaha!
    Beijoca!
    Helê

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  5. Helê, jamais esqueci daquela gentileza.
    Beijos

    E eu passei a lembrar sempre de você e de sua mãe ao ouvir a canção, Adriano. O mais interessante, é que penso num Adriano menino, que eu não conheci (como se conhecesse o adulto, hahahahaha!).
    Bom saber que vc passa por aqui.
    Aquele Abraço,
    Helê

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