Falling for Fal

Bom, vocês já sabem porque, como diz o outro, só se fala em outra coisa: o lançamento do livro da Fal foi um acontecimento, desses que ocorrem poucas vezes, só mesmo quando Júpiter entra em conjunção com Vênus e Marte toma um porre com Saturno. Sim, choveu purpurina, mas também pingos de amor, como diz Paulo Diniz naquela canção antiga. Porque a Fal, disse alguém, é um entroncamento de gente bacana e do bem. A sonoridade da palavra não é boa, mas a imagem é eficiente porque Fal consegue fazer orbitar em volta de si pessoas as mais ímpares, mas que encontram nela uma referência e uma fonte de energia. Todos os caminhos levam à Fal, minha gente, e o evento de anteontem foi uma espécie de peregrinação, reunindo gente de várias partes do país, de várias galáxias do ciberespaço. O verdadeiro Baticum, só tô lhe contando que é pra lhe dar água na boca. Fomos todos a Meca e voltamos abastecidos, satisfeitos, pacificados.

Assim sendo, foi uma noite de encontros. Havia uma alegria quase táctil, intensa e simples: alegria por estar ali. A possibilidade de poder expressar ao vivo, a cores e em 3D o carinho que sentimos uns pelos outros deixou a todos nós radiantes, andando uns dedinhos acima do chão – claro que o vinho ajudou, mas não o culpem por tudo. Já se sabe que é possível estabelecer relações importantes e verdadeiras via internet, mas há sempre um déficit de aperto e chamego que, com o tempo, acumula-se perigosamente. O lançamento de “Minúsculos assassinatos e alguns copos de leite” foi a oportunidade ansiada de abrir a porteira e promover farta distribuição bitocas, abraços, cheiros, olho-no-olho, lagriminhas danadas de felicidade. E quando alguém me pediu pra escrever algo pra Fal em meio àquela adorável balbúrdia, de supetão e sem parar pra pensar muito, recorri a ele – porque só McCartney salva –  e era muito apropriado lembrar que “And, in the end, the love you take/ Is equal to the love you make.” Take it all with you, Fal.

Eu e Ela

Eu e Ela

Atualização: mais fotos no Chatô das Fridas.

***

Pra mim foi assim como um fim de semana extra, fora de época. Não bastasse o acima descrito, eu ainda hospedei-me com a Renata e a Vera – esta que escapou por pouco de ser abduzida para o Rio e aqui ficar até que a Fal a resgatasse em outubro. Que ela era divertida, inteligente, amável e tantos outros etcs eu já sabia, mas e-mail e comentário não tem sotaque, e tudo isso com aquele jeitim mineiro de falar é demais da conta, gente!

Mas não é só isso: eu encontrei a Moniquinha e a Seal – porque conhecer eu já conhecia, né – revi a Giu, a Dani K, a Adri, a gloriosa Grazi e a Flá, que ganhou o troféu Mothern da noite, aparecendo lá depois da função de mãe (jantar, dever, escovar dentes, cama) e ainda foi pra prorrogação com a gente.

E tem mais: falei com o Zé, meu querido Zé, soube que ele está feliz e fiquei bem contenta. Falei também com o Giba, impagável como quando escreve, imitando o sotaque carioca e combinado umas brejas pra próxima vez (cervas, Giba, cervas!).

E, last but never least, chegando ao Rio eu fui ver Meu Rei. Venci uma preguiça sabotadora (que estou aprendendo a identificar) e me mandei pra livraria atrás de um autógrafo, uma foto e de sentir de novo aquele frio na barriga, as palavras saindo trôpegas e a felicidade de estar diante de alguém que eu admiro longa e fielmente. Foi o último pedaço de dois dias fantásticos, saboreado com vagar e prazer. E fui pra casa comme il faut: feliz feito pinto no lixo.

Ele e eu

Ele e eu

Helê

PS: E o Mengão de volta ao G4?! Formô.

15 Respostas

  1. Tia , Linda, você acha realmente que eu ia esperar seu scrap pra vir aqui ver tal encontro??
    No mesmo dia que você me falou da foto eu corri pra cá pra ver, não deixei um comentário pois julguei-me muito atrasado, mas agora que você intimou Tá ai, foto linda, dois ídolos meus!

    Bejinhos!

    Oi, Dan! A foto ficou realmente boa, refletindo a minha felicidade ao lado de Meu Rei. E lembre-se sempre que nunca é tarde pra deixar comentários no Duas Fridas, hahahahaha!
    beijoca,
    Helê

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  2. Helê, tuas fotos estão demais!
    Tomei a maior carraspana do teu marido ali embaixo, menina!
    Tô me sentindo Páris! rarararraraaa
    beijos!!!!

    Mas o que vc queria, fia, o homi entra aqui e vê o recado de uma cidadã dizendo que me cantou descaradamente na véspera?! Maridón Amado marcou o território, ué – mesmo sabendo que não é necessário, que ele já está devidamente demarcado e blindado pelo nosso amor. ;-)
    aquele abraço,
    Helê

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  3. que feia que você é. :P

    ahhahaha a inveja é uma merda mesmo

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  4. Eu também fuiii!
    E quando tiver no rio eu vou de novo, que eu não sou besta!

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  5. Pra quem não pôde ir, como eu: o lançamento aqui é em outubro, né? Na Livraria Prefacio, lá na Voluntários, né isso??
    Invejinha…

    Isso mesmo, Beth. fica tranqüila que masi perto a gente relembra todo mundo.
    Beijo,
    H.

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  6. a inveja é uma merda, é o que digo :)
    beijocas, saudades de vocês, ô

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  7. I-N-V-E-J-A; I-N-V-E-J-A; I-N-V-E-J-A!

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  8. Eu estava láaaaaaaaaaa

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  9. Ah, Helê, que linda tradução do que foi nossa emoção aquele dia, hein? Realmente, ficamos levitando de tanta alegria! Foi tudo nessa vida de bom! Muita quenturinha no coração, como diz nossa Adri. Bom demais rever todo mundo, apertar, abraçar e beijar! Amei muito!
    Beijão, já com saudades.

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  10. Ai Helê, como vc é pooooooooooooodre tirando fota com o véio! Te odeio.
    Sério, brigada pela foto com Pedão, eu tava nos cascos que não tinha nenhuma fota com meu dindinho de iscleidoê. Brigada, amore. ROubei geral, como é do meu feitio, vc sabe.

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  11. Ahhhhhhhhhhh
    E eu tô feliz com você e por você, hahaha!
    Foi bom demais!

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  12. Ah, foi bom demais mesmo, Helê! Eu desisti de tentar explicar e fiz só uma sessão de fotos! Foi muito bem ver você materializada na minha frente, querida! beijos beijos

    aaaah eu sai de casa de vermelho e preto! Ou iés!

    + beijocas

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  13. Helê, eu vou ser muito feia se falar que eu fiquei com INVEJA de você?

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  14. Aaaaaaaaaaaaaai, eu já tentei me explicar de todos os modos possíveis, mas juro – não é pra causar inveja em ninguém – só quem abraçou e foi abraçado naquela noite sabe da alegria, da energia, do amor. Da Fal, nem vou falar. O abraço apertado foi um breve resumo de todos os abraços que foram dados virtualmente nesses anos todos. Afe.

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  15. Exibiiiiiiiiiiiidaaaaaaaaaaaaaaa !!! (Falando sério, nem sei quem eu invejo mais : você, que pôde apertar a Fal, ou a Fal, que pôde apertar você. E viva o Mengo !)

    :o*

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