Cotas

O jornal distribuído no metrô informa que uma pesquisa da PUC concluiu que há mais universidades com cotas para alunos de escolas públicas do que para negros. O que acaba com o argumento de que “as cotas deveriam ser sociais e não raciais”. A se considerar as conclusões da pesquisa, as cotas sociais já existem, e com muito mais penetração.

“De acordo com o levantamento, cerca de 60% das universidades estaduais e federais do país adotam algum tipo de ação afirmativa. Dessas, quase a metade (42%) são cotas. Entre as universidades que fazem reserva de vagas, a maioria é para alunos de escolas públicas (82%), 59% indígenas e 58%, negros. As modalidades podem ser oferecidas simultaneamente.

Segundo uma das coordenadoras da pesquisa, a antropóloga Elielma Machado,apesar de as cotas raciais não serem tão predominantes quanto as outras duas, são alvo muito mais freqüente de críticas na sociedade. Para ela, uma explicação para o fenômeno está no racismo.”

E você, o que acha? A caixa de comentários está aberta para a polêmica, podem falar.

-Monix-

Nós já falamos sobre racismo e cotas raciais em 11 de janeiro de 2008, 17 de abril de 2005 e 12 de junho de 2004.

(In)coerência

“Coerência: não trabalhamos com.” Monix, d’aprés Giu

“Coerência: tem, mas acabou.” Helê, a partir dela mesma

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