Diário d’além-mar

– O Castelo de São Jorge foi visto debaixo de chuva. Meia Lisboa ficou alagada, mas estávamos protegidos tanto das águas quanto dos ataques dos mouros. Depois, comemos uma alheira na Alfama e o tempo firmou-se novamente. E toca a andar mais, Chiado, Bairro Alto, Convento do Carmo, ladeira acima, ladeira abaixo.

– Entreouvido no Elevador de Santa Justa: “o Elevador Lacerda é igualzinho. Brasileiro só sabe imitar os outros.” (E não é que os baianos tinham razão? É mesmo bem parecido.)

– O Padrão dos Descobrimentos é emocionante pelo que representa do espírito de conquista dos navegadores portugueses. Seguido a isto, ver os túmulos de Vasco da Gama e Luís de Camões no Mosteiro dos Jerónimos é de arrepiar.

– Os pastéis de Belém são de se comer a rezar. Aliás, de modo geral come-se bem nesta terra.

– Amanhã pegamos a estrada rumo ao norte. Mas não chegamos ao Porto, nosso ponto mais distante será Coimbra.

– Volto a dar notícias assim que puder.

Monix

2 Respostas

  1. Nada melhor do que ter a Arq. Ana Paula por perto. Sempre se aprende mais alguma cousa.

    vir a Portugal e não conhecer o Porto é…. segundo os tripeiros seria não ter vindo a Portugal. Mas como vocês chegam até Coimbra, significa que vocês já cruzaram a fronteira. eheheheh
    queira desculpar a repetição… Mas não vvir ao Porto… Se não se detiverem ao relógio do plano inicial, pode ser que sobre tempo, pois algumas coisas se vê mais rápido do que se imagina. entre Óbidos (que é bonita) e o Porto eu ficava com o Porto (Ana, pode anotar esta dica. eheheheh). Enfim…
    Adorei a parte dos pateis. Ainda tem quem diga que não gosta. Deve ser ateia e ainda fica dizendo que adora São Jorge. Enfim… eheheheheh

    Por sinal, em Praga tirou foto dos Edifícios Dançantes para a Ana?

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  2. Eu vou só anotando, porque se tem uma viagem que eu tenho vontade de fazer na vida, é esta.
    E minha interpretação sobre o Elevador Lacerda ser igual não é bem de ser imitação. Cacete, dá pra lembrar que Salvador é uma cidade fundada por portugueses, no século XVI? que segue o padrão morfológico e de ocupação das cidades coloniais portuguesas? Inclusive nesse aspecto de ter uma cidade alta e uma cidade baixa? O elevador é mais uma referência, uma influência, uma quase-inevitabilidade do que propriamente uma imitação, né?

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