Ainda o mito (ou a mística)

E por falar em sincronicidade (tá certo, ninguém falou nisso, mas vamos em frente)… Bom, a conversa sobre o Mito da Maternidade (que já foi tema de um post nosso no blogue antigo) começou com uma resposta da Helê ao sempre polêmico Marcos VP:

Você parece ser um bom pai, VP, mas nunca foi mulher – não que eu saiba -,  e por isso não tem como dimensionar o tamanho e peso do Mito da Maternidade. Segundo ele, os filhos justificam os meios: ser mãe é a realização suprema e única para uma mulher. E disso nós, motherns, discordamos. Daí a deduzir que não gostamos de criança…

Aí veio a Carla Rodrigues e lembrou que o livro “A Mística Feminina”, da Betty Friedam (que eu nunca li), está completando 45 anos de publicação, indicando um ótimo resumo feito pela portuguesa Anabela Santos:

A mística ignora a identidade feminina; não considera outro modo de existência da mulher senão como esposa e mãe – “afirma que é possível responder à pergunta “quem sou eu?”, dizendo – “mulher de Tom, … mãe de Maria”.

Vejam só, continuamos falando das mesmas coisas.

-Monix-

2 Respostas

  1. menina, então eu nunca vou ser uma mulher plena, absoluta e realizada, pois não quero filhos, e agora, quem poderá me salvar????

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  2. Quanto mais eu leio, mais me certifico que sou meio doida. Ou não.
    Por quê que tudo tem que ser tão complicado????
    Beijos, Monix…

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