Clichê

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Desde que o Alex deixou um comentário aqui falando dos clichês do filme “O curioso caso de Benjamin Button” que eu tô com essa frase cabeça. Fiquei pensando que, na verdade, muitos clichês não deixam de ser boas idéias –  mesmo surrados,  como uma velha calça jeans confortável.

Helê

6 Respostas

  1. Helê, eu fui ver o filme domingo agora. é bonzinho, legal, but… dèja vu puro!!!!
    o roteirista é o mesmo do Forrest Gump. parece que tirou o roteiro do arquivo e só mudou nomes de personagens. fizeram até uma brincadeira com os trailers dos 2 filmes:
    http://www.gigglesugar.com/2715654

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  2. Pq não apredemos com os clichês, pq eles tem que ser ditos e re-ditos tantas vezes, porque somos elefantes emocionais.
    Dar um passo mesmo obvio e D-e-m-o-r-a-d-o…..é como no filme da marmota….andasse pra trás pra andar pra frente, por isso que para algumas pessoas e cansativo estes clichês, os magos da auto-ajuda e por ai vai.
    Eu acredito fielmente que nenhum aprendizado e linear um dia a ficha cai, com clichê ou ralando a bunda portanto para MIM e só para mim, rever clichê é um saco, prefiro porradaria que neste verão ficou muito a desejar no cinema, agora e aguardar X-Men e harry potter…mais olha people, tó falando por mim…Kadum, kadum hein

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  3. Perfeito.
    O clichê é sim um jeans confortável, velhinho, batido. Usado com moderação, não representa nenhuma grande novidade, nenhuma nova e desconhecida sensação, mas… Pode nos trazer as ‘verdades’ mais óbvias e fundamentais.
    No exemplo do filme: se por um lado o clichê “aproveitem o tempo” é batidíssimo, quantas vezes ele precisa ser esfregado na nossa cara para que aproveitemos ao menos o dia, né?
    Abração.

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  4. Alex, eu discordo.
    Não defendo o uso indiscriminado de clichês, até porque é um saco, mas acho que, se bem explorados (e nesse filme eu achei os clichês bem arranjadinhos) ainda podem servir pra umas pessoas, sim. Porque todo mundo SABE que temos que aproveitar o tempo etc, mas saber é uma coisa (no sentido racional, intelectual da coisa), e outra bem diferente é conseguir sentir e viver isso. Talvez por isso, num processo de análise, a gente tenha tantas vezes que repetir um mesmo assunto, contar de novo a mesma história, se dar conta de que sabe que uma coisa não nos faz bem, e mesmo assim a gente não consegue fugir dela. De cada vez que a gente fala, algum novo aspecto se abre pra nós, alguma nova percepção ou sentimento, até que um dia faz click. O clichê tem um pouco essa função. Faz click pra um monte de gente. De repente, não fez pra vc, essa é uma “lição” que vc já tira de letra, esvaziou. Se eu te disser que, de uma maneira ou de outra, o filme (não o filme sozinho por si só, mas como um elemento a mais que faltava) me ajudou a perceber umas coisas do meu presente imediato e a tomar uma decisão importante que eu já devia ter tomado há algum tempo, vc acredita?
    Abração!

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  5. ue, mas isso eh obvio. faz parte da definicao de cliche. se nao fosse uma boa ideia, nao teria sido usada até a exaustao… mas o ponto é: depois desse ponto, ela vira uma coisa batida, previsivel, justamente por ser uma boa ideia q jah foi tao dita, tao articulada, tao usada, que jah nao serve mais pra nada, jah nao eh novidade pra ninguem, jah nao comunica mais nada… todas as licoes q as pessoas dizem q tiraram desse filme sao mais velhas q andar pra frente… serah q alguem nao sabia mesmo que precisamos aproveitar o tempo que temos, etc etc?

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