Um de cada

Se é verdade o que diz a Fal e “tem um por geração“, a nossa (que fique claro que me incluo nessa na qualidade de leitora, viu?) é assim: a Fal seria nossa Clarice; o Biajoni seria um Nelson Rodrigues, talvez com pitadas de Rubem Fonseca; a Ana Maria, pelo menos por enquanto, é nossa Érico Veríssimo.

Mas a Marina W. é ela mesma, o Alex também. Eles escrevem de um jeito que não consigo “classificar”, não vejo comparação possível com algo que já tenha sido feito.

Li o romance “Mulher de um Homem Só” duas vezes no ingrato formato e-book, que em geral dificulta bastante a leitura. Em ambas ocasiões, não parei até o ponto final. Não sou muito boa em crítica literária, em geral fico só no “gostei” ou “não gostei”. Desse eu gostei, é tudo o que posso dizer. (Assim como gostei de “Não Sou Uma Só“, “Minúsculos Assassinatos e Alguns Copos de Leite“, “Buceta” e “Um Defeito de Cor“. Recomendo todos.)

-Monix-

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