Vinte

Madonna
Emma Thompson
Marta Suplicy
Rosa Parks
George Sand
Rainha Vitória de Saxe-Coburgo
Rita Lee
Susan Sarandon
Leila Diniz
Amelia Earhart
Luz Del Fuego
Michelle Obama
Rigoberta Menchú
Marie Curie
Joana D’Arc
Princesa Diana de Gales
Princesa Grace de Mônaco
Cleópatra
Simone de Beauvoir

E, é claro,
Frida Kahlo

-Monix-

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Bom finde/Happy weekend

(via iLove)

Helê

19 de agosto, Dia da Fotografia

Pois é, foi ontem, mas vou me valer do conhecido calabocajámorreuquemmandanesseblogsoueu pra falar sobre o assunto hoje. Porque navegando pelaí descobri que o Foto na parede está promovendo um concurso chamado “Uma fotografia que me inspira”. O Dufas não está participando, mas partindo da premissa anteriomente expressa quis aproveitar o mote mostrando 3 fotos que me inspiram:

Luiz Vasconcelos me inspira a lutar, como fazem as mulheres e as mães

Essa me inspira a acreditar no Bem

E Bresson me inspira a ser feliz com simplicidade

Helê

Antropologia de botequim

Repara só uma coisa: em qualquer seriado ou filme americano, quando alguém está chocado, chorando, triste, o cabra chega perto e pergunta “Are you ok?” Sempre em ocasiões em que a pessoa obviamente não está. Vocês que vivem em Obamaland digam se isso é uma caricatura, mas a impressão é que essa abordagem é o default. Eu, brincando de antropóloga amadora, tendo a achar que indica um traço da cultura  norteamericana, mais distante e respeitadora dos espaços pessoais. Bem diferente da às vezes indecente intimidade com a qual nos imiscuimos na vida alheia por aqui. Ao perguntar a alguém que está mal se ela está bem, damos a ela a oportunidade de  esquivar-se, reservar-se, mentir, enfim, se preferir. No Brasil o mais comum seria perguntar  “O que houve? Qual o problema? O que você tem?”, perguntas que dificultam a evasão, pois assumem o problema como um fato – sobre o qual  você pode, quer ou precisar falar.

Não há juizo de valor nessas observações – provavelmente nem utilidade 🙂 .  Talvez alguma pra diversificar o papo entre uma rodada e outra. Daí o título.

Helê

Circuito das Estações Adidas – Inverno

Essa foi uma corrida com emoção, como alguns passeios que se faz no nordeste. Pequenos detalhes que não sairam como o combinado e encontramos nossas inscrições a apenas 2 minutos da largada. No fim deu tempo, como Caetano Veloso havia previsto. Explico: em casa, enquanto me arrumava, assisti a um trecho de Coração Vagabundo (recomendo!) em que Caetano diz que  com a idade perdemos a ansiedade, lidamos melhor com o tempo, percebemos que dá tempo de fazer as coisas. Uma hora depois, ansiosa e quase estressada, compreendi que ele tem razão.

***
Acontece uma coisa muito interessante quando participo de corridas de ruas: todas as que fiz até aqui aconteceram no domingo, com largada às 8hs. Então saio de casa bem cedo, e pego um ônibus que promove uma improvisada versão do feitiço de áquila ao reunir tribos aparentemente antagônicas, sem que haja interação entre elas. Os corredores e peladeiros do Aterro dividem o coletivo com sambistas voltando  das quadras e com boêmios renitentes, que estão deixando a Lapa com o raiar do dia. É um encontro curiosíssimo; nota-se  inveja, reprovação e admiração de ambos os lados, mas permanece uma distância regulamentar entre os grupos e um silêncio respeitoso.

E como o mundo não é assim tão separadinho como nossa cabeça às vezes insiste em arrumar, encontrei boa parte dos corredores tomando café da manhã, após a corrida, no bar. Bebendo chopp, às 9h30 da matina – e nem era carnaval, como bem pontuou a Manu.

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Procurei gerenciar meu ritmo e minha animação porque  sou daquelas que se empolga com a música e desembesta, sendo obrigada a reduzir depois, sob pena de tropeçar na própria língua. No meio da prova mantive o ritmo ao som de “Toda donzela tem um pai que é uma fera” (uma canção do tempo em que a Baby era Consuelo). Corria sabendo que poderia ir mais rápido, mas era melhor não, naquele momento. Perto do fim me diverti com o tema dos Flinstones, quase me imaginando naquele carro. E pela primeira vez consegui dar o tal sprint final. Nas corridas anteriores já cheguei esgotada nos últimos 500m, mas nessa estava tocando a música do Rocky Balboa, e estava acabando, e eu achei que não podia perder a oportunidade de cruzar a linha de chegada com esta trilha. Acho que valeu a pena e teve reflexo no meu tempo final, que foi 00:30:47.90.

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E você, Ludmila, como foi?

Helê

Volta às aulas

Contribuição da leitora Ester – gracias novamente!

Helê

Variações sobre o mesmo tema

Adoro regravações, releituras, paródias, variações sobre o mesmo tema. Essas aqui eu colhi intenet afora, via I can read, Visualize.us e demais perdições visuais. O original eu conheci com a bacanérrima Dani Arrais no instigante Dont’t touch my moleskine:

Depois fui colecionando as variações aqui e ali:

Avisem caso caso esbarrem com novas peças pra minha coleção.

Helê

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