Mais perto

ps

Esse aí não saiu do túnel do tempo, mas da minha carteira mesmo. Por conta do post aí de baixo eu entrei no site dos Paralamas na sexta-feira passada. Bom, pra fazer curta uma história longa, eu participei de uma promoção  e ganhei ingressos para assistir ao show. Que foi muito, muito bom, melhor que eu imaginava: nem curto nem longo, com a combinação precisa de novas músicas e antigos sucessos e um Herbert sorridente como eu não vi no filme.

Eu precisava contar isso pra vocês que comentaram no post passado, festejando ou requisitando a identidade paralâmica. E também para acrescentar algo importante que faltou dizer: uma das maiores emoções do filme deve-se à constatação de que o Herbert está ali diante de nós, aquele que nós conhecemos. Com cicatrizes e sequelas , claro, mas a mesma pessoa. Já vimos algumas pessoas famosas que sofreram traumas semelhantes e sobreviveram, mas com um terrível comprometimento da própria identidade. Numa entrevista recente ao Globo Herbert disse que é cada vez mais ele mesmo. É o que se vê no documentário; foi o que conclui, feliz, depois do show de sábado.

Helê

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