Campanhas natalinas

A primeira delas foi uma sugestão meio sem querer da Cris, do Quitanda: natal de quatro em quatro anos, feito Copa ou Olimpíadas. Não seria uma beleza? Aderi na hora (que a minha filha não me leia!).

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A segunda campanha é de autoria do sempre elegante Claudio Luiz: que o alcaide determinasse por decreto que toda e qualquer decoração natalina pública só será permitida a partir de 1º de dezembro. 25 dias esbarrando em papais noéis,  bonecos de neve e pisca-piscas luxuriantes é mais que suficiente.

 

 

 

 

 

Helê Grinch

 

 

 

 


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