Quero cantar ao mundo inteiro a alegria de ser rubro negro

Dezessete anos atrás estava no coração da Chapada Diamantina, na viagem mais bacana da minha vida, quando vi meu time ser pentacampeão. Meninos, eu vi uma charanga sair comemorando pela pequenina cidade de Lençóis com o mesmo entusiasmo que vi no Baixo Gávea domingo passado. Foi um dos muitos testemunhos da força dessa Nação.

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Desde domingo a prova passa a ser chamar EMEN (GO), ok?

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Durante todo o jogo o Cristo Redentor esteve completamente encoberto. Só depois da cabeçada de Angelim ele mostrou-se inteiro, límpido e feliz. Porque como disse o Chris, não sei se Deus é brasileiro, mas o Cristo é flamenguista, for sure!

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Esse é o título dos improváveis, do imponderável. Esse é o título de Andrade e de Ronaldo Angelim, o operário do time. Sobre Andrade o texto mais belo que li foi esse aqui, do Fabrício Carpinejar. Sobre Angelim o mais tocante foi escrito pelo meu amigo Christian, que não tem blogue porque é muito exigente com o próprio talento e não me obedece. Mesmo tendo sido o herói do título, o novo deus da raça, o zagueiro salvador, Angelim não estava ontem em nenhuma das primeiras páginas. Então receba aqui, Angelim todas as minhas honras e graças.

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A cidade estava ainda mais maravilhosa ontem, red & black, como disse o Jimmy Page. O mais bacana era a criatividade da galera que por motivos profissionais não podia usar o manto sagrado e inventava jeitos de exibir a identidade flamenguista: a senhora que colocou uma saia vermelha e blusa preta, os vários ônibus em que o motorista colocou a camisa bem em frente ao volante; ou os que apenas sorriam para desconhecidos por se saber parte da mesma torcida.  Aliás, que torcida é hexa, gente?

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Contrariando todas as previsões – inclusive as minhas – corri 5 km na Lagoa, ontem de manhã. Enrolada na bandeira do Flamengo, of claro.

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Há quem diga o consagrado “Eu já sabia!”. No meu caso prefiro: “Eu merecia!”

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Que se torne público: voltei às boas São Judas Tadeus, com que trocara de mal desde outubro do ano passado.

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Pra sair bem na foto não diga ‘xis’, diga HEXA.

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E, last, mas nunca least, babem com meu modelito novo, produzido pelo botafoguense mais gentil e talentoso que conheço, Cláudio Luiz (sobre ilustra da Sil Falqueto, como vocês sabem):

Sorry, perifa, mas não é pra qualquer um não….

Helexa

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