Ainda os contos e as fadas

A Anna V. deixou um comentário bem bacana e divertido sobre o último post da Outra que eu ia responder lá, mas decidi trazer aqui pra sala. Eu implico com a Branca de Neve, Anna, porque ela era muito burra, cara. Caiu no caô da bruxa três vezes, falassério! Gosto da Ariel e da Bela da Fera, porque elas são pró-ativas, hahaha. Já a Adormecida é outra songa-monga que só dorme, mas não deixo de achar uma lição de convivência o fato de que toda a desgraça dela deu-se porque não convidaram a feiticeira. Etiqueta é tudo nessa vida, querida.

princesses

Princesas sob nova perspectiva

Helê

3 Respostas

  1. […] Posted on Quarta-feira, 27 Janeiro, 2010 by dufas Comentários da Mani nos posts sobre contos de fadas, que mereceu vir para a porta da frente: Cara, a Cinderela é uma revolucionária! Escravizada e […]

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  2. Põ, gente, Ariel não! Ariel é a Sereiazinha, lembra? a coitada que dá a voz pra ser humana, é desprezada pelo príncipe e morre no final! Deus me livre, eu tenho calafrios com andersen, o único que eu gosto é o Patinho Feio (lembra da pequena vendedora de fósforos? e os sapatinhos vermelhos?)
    Vem cá, vcs querem que a cinderela fuja de casa? Que na próxima crise, quando a sua filha se sentir injustiçada ela pegue a malinha dela e imite a Cinderela?
    Gente, a Branca de Neve domina um palácio, domina SETE homens, resiste a três tentativas de assassinato, ressussita e vocês ainda acham pouco? hahaha
    Eu já disse, parem de ver Disney…
    E a Sherazade é um mito mais adolescente.A cultura árabe sexualiza as meninas mais cedo. Só as moças e mulheres conseguem se identificar com ela.

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  3. É verdade, Helê, Branca de Neve não brilha exatamente por sua perspicácia. Agora, a Ariel eu não comparo com as outras porque é uma personagem do final do século XX, então era quase que esperado que fosse uma mulher independente, inteligente e voluntariosa — ela já é voltada para as menininhas da sociedade do consumo. Das antigas e tradicionais, a que realmente mais me surpreende é Sheherazade, que é de fato a única que se destaca pela qualidade intelectual, e vem justamente da cultura árabe, à qual tradicionalmente não se costuma associar independência feminina. E louve-se ainda que não “ocidentalizaram” esse nome danado de complicado!

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