Saco

Impressionante como somos condicionados, e quando você pede uma coisa simples, mas fora do padrão, causa um choque. Um exemplo: dispensar sacola plástica. O cidadão, operando no automático, coloca seu pão francês filho único – que já está num saco de papel – num saquinho e você diz “não, não precisa”. Oito em cada dez vezes eu preciso repetir ou acrescentar, articulando todas as silabas “Não, não precisa de saco”. E muitas vezes a pessoa fica te olhando como se você tivesse falado em outra língua e ela estivesse tentando traduzir, com cara de comassim?!. Juro que às vezes eu chego a ouvir um clique na cabeça da pessoa, o cérebro escangalhando, levando um tranco, uma freada. Confesso que às vezes eu aceito a p*rra do saco por pura preguiça.

Helê

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5 Respostas

  1. E quando acontece o contrário? Você compra dezessete litros de suco de laranja, naquelas caixinhas tetrapak que furam até contêineres de aço, e o embalador do supermercado – já reparou como os supermercados andam murrinhando sacola plástica para economizar dinheiro, disfarçando a mesquinharia com discurso ecológico? – enfia todas as dezessete numa única sacolinha fininha, que não resistiria ao peso de três pãezinhos? Isso irriiiiiiiiitttttaaa….

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  2. Tente pedir algum lanche no Mc Droga que não seja “promoção número tal”. Dá tilt na cabeça dos atendentes.

    Também sou conhecida no mercado como a moça da sacola.

    Qualquer coisa escangalha a cabeça delas, impressionante!
    bj, H.

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  3. Esses dias uma outra moça que estava comprando também, sorriu pra mim quando eu recusei a sacolinha, e ainda me perguntou se era pra preservar a natureza. Depois disso ela levou seus três pãezinhos na sacola plástica mesmo, ou seja, ficou implícito que ela foi simpática porque eu estava sendo legal com o planeta por ela e por mim. Nem o meu bom exemplo fez com que ela mudasse seu péssimo hábito. Haja paciência.

    E como! Por isso que às vezes eu me entrego. Mas só às vezes.
    Beijo e obrigada por comentar,
    Helê

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  4. Eu tenho saído com uma sacola de nylon lindinha que comprei na viagem. Que enrola todinha e vira uma coisa mínima dentro da bolsa. Aliás, nessa última viagem, notei isso de maneira muito clara, há sacolas não descartáveis para vender em todas, todas, todas as lojas. De qualquer tipo. São lindas e bem baratinhas… 1 ou 2 euros, normalmente.
    Mas a gente vai chegar lá, Helê… fé e persistência.

    Isso, na luta, comnpanheira! :–D
    São vacilos pontuais, Dani, sempre achei absurdo o disperdício de sacos plásticos por si, coisa absolutamente desnecessária.
    Abç,
    H.

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  5. Na padaria próxima eu sou conhecido como o sujeito da sacola de pano… Já ouvi a atendente falar isso com outra. Bem, pelo menos ela já se acostumou, não preciso mais nem falar.

    Pelo menos isso, né?
    Obrigada pela vista e pelo comentário; volte sempre.
    Aquele Abraço,
    Helê

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