Entressafra

Esse é um período árido e difícil  – e eu não me refiro a agosto ou ao inverno, mas à entressafra de minisséries. As novas temporadas só começam em setembro; inédito só Glee, que eu acompanho com a pequena, é a nossa série. É ruim em muitos aspectos, mas o personagem principal, a música, nos mantém ligadas.

Para suportar a ausência de Gregory House na minha vida, baixei algumas coisas na internet, enquanto seu doctor não vem. A já citada ‘The good wife’ tem bons diálogos,  como disse a Grazi, e eu  sou chegada a uma court room. Mas aquela mulé se descabela muito pouco pros meus parâmetros, viu? Muito pheena, praticamente uma Monix. Sigo vendo, sem empolgação.

De “How I met your mother”  só vi o primeiro; achei bacaninha mas com uma indisfarçável vontade de ser Friends”. ‘Hung’  me venderam como comédia mas tem mais angústia do que eu esperava. Na sétima temporada “Wil & Grace” já haviam já perdido a mão, mas Jack MacFarland e Karen Walker sempre valem a pena. “Entourage” e “Damages” ainda aguardam uma chance.

Até agora a boa surpresa foi “The Modern Family”. Divertidíssimo.  O casal gay que adota um bebê, o coroa que casa com uma mulher muito mais jovem cujo filho tem a idade dos netos dele; e até a versão standard , paimãetrêsfilhos: todos pertencem à mesma família – esse potente gerador de amor & neuroses  que, por isso mesmo, é uma fonte inesgotável de comédia.

Helê

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