Viva el México!

Folheando o jornal descobri que hoje celebra-se o Bicentenário do movimento de independência do México. Um daqueles eventos que param um país, por dias até, e sobre o qual ficamos sabendo por alto, numa brechinha do noticiário internacional. (‘Bora combinar de não falar  “pesquisei”, com pompa e circunstância,  depois de 2 ou 3 cliques no Google? Então tá. ) Li uma coisinha aqui e outra ali e comecei a aprender que o buraco mexicano é mais abajo que nuestro. Na data de hoje, há 200 anos, começava uma série de batalhas que levaram o país à independência formal,  anos depois. (Sei que aqui também há questionamentos  e até comemorações distintas como o glorioso 2 de julho na Bahia. Mas prevalece versão oficial do Virundum Ipiranga).

Eu não teria chegado nem ao lide da matéria não fosse mi Sóciamada: antes do advento dela na minha vida, eu nunca tinha saboreado guacamole nem tomado uma margarita decente, vejam vocês o atraso na vida da pessoa humana. Após aceitar o convite dela para abrir o boteco aqui passei a prestar mais atenção ao México, guiada pelas cores e dores de nuestra madrinha Kahlo, e também as de seu amor maior, Dom Diego Rivera. Antes disso, minhas referências se resumiam ao Zorro e ao Ligeirinho, confesso.

Agora estou aqui, erguendo um viva ao país, torcendo para poder visitar a Casa Azul um dia e para que algum leitor ou leitora pague umas tequilas pras Duas Fridas, em comemoración – quem se habilita?

Helê

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