The love you take

Volta e meia a gente promove aqui o Dia do Leitor Anônimo ou uma outra artimanha qualquer para gerar pegadas na nossa casinha (= comentários no blogue) e conhecer um pouco mais sobre quem nos lê. A gente gostaria mesmo é de fazer um FormSpring ao contário, no qual pudéssemos perguntar sobre nossos leitores discretos e leitoras tímidas. Nos contorcemos de curiosidade tanto pelo pontinho do mapa que indica um acesso em Angola quanto pelo que marca Três Passos/RS. Será que foi engano, vem sempre, alguém trouxe?

 

E aí dia desses lembramos de ir no e-mail institucional (fica engraçado dito assim, né?), que tem pouco movimento. E que agradabilíssima surpresa foi encontrar esse recadinho já um tanto empoeirado, mas  tão bacana que não dava pra guardar só pra gente:

Meu nome é Gabriela e leio, de vez em quando, o blog de vocês (de vez em quando, porque o tempo é curto e não dá para fazer tudo o que a gente quer).
Não lembro-me se já deixei algum comentário. Talvez sim.
Uma vez vi a Helê na feira da Lavradio (há uns poucos meses), mas não falei nada porque ela estava num papo animado e fiquei constrangida de interromper.
Dito isso, vamos ao fato: estou enviando uma foto que fiz em Roma (moro na Itália), quando passeava pelo ex-gueto judeu. Vi uma loja que se chamava Casa de Frida e havia uma foto. Na hora lembrei de vocês. Não entrei na loja, porque estava fechada para almoço, mas creio que seja especializada em coisas mexicanas.
Então é isso. A foto não está nenhuma maravilha, pois havia um espaço exíguo no qual me enfiei para realizar “a grande obra”.
Um abraço para as duas.
Gab
Ler esse e-mail foi como receber um abraço; a foto, uma lembrança que  alguém traz de uma viagem. Um gostosa sensação de aconchego e carinho, estabelecida graças aos pitacos e delírios que a gente anota aqui, despretensiosamente. Pretensão, se há, é de comunicar:  estabelecer um link com outras pessoas, trocar ideias e comparar pitacos – e se divertir, claro, sempre. A  diminuição de comentários (ou a diluição deles alhures) às vezes dá a impressão de que a gente tá falando uma para outra (vantagem de escrever em dupla: a gente nunca fala sozinha). E então aparece a Gaby, contando que nos lê lá da Itália – nem sempre, ela afirma, mas o suficiente para, passeando por Roma, não apenas lembrar de nós como enviar um regalo. Sorriso duplo carpado de nosostras. 😀 😀

Então, Gaby, receba agora em público e em alto e bom som o nosso comovido muito obrigada – pela lembrança, pela leitura, pelo carinho. Aproveitamos para dizer aos leitores que nós também gostamos muito do que vocês escrevem, portanto, não economizem nas pegadas, manifestem-se sempre que sentirem um leve impulso. E se encontrarem conosco ao vivo e em 3D também vale a pena se apresentar, mesmo que a gente esteja num papo animado – vai que o papo fica mais animado ainda?

Duas Fridas
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Vastas (e imperfeitas) emoções

Inteligência me excita.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

me emociona.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Beleza me arrebata.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

E a música…

music keeps me going.

 

 

Helê

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