Encontro com a Frida

Em dezembro passei uns dias nos Estados Unidos – mais precisamente, Las Vegas e Nova York. Duas cidades tão diferentes entre si que daria para escrever vários posts sobre o assunto, mas não é disso que eu quero falar.

No meu primeiro dia em NY, fui rever o MoMA, museu de arte moderna que adoro. Não foi minha primeira vez na cidade, mas ainda não tinha voltado lá depois da grande reforma pela qual o museu tinha passado. Como sou muito mais da arte contemporânea que dos clássicos – embora estes tenham grande valor, é claro -, optei por voltar ao MoMA e dediquei meu tempo de Metropolitan a uma visita aos Cloisters, seção exclusiva de arte medieval que fica fora do museu propriamente dito, lá no norte de Manhattan. Mas isso também é outro assunto. Falar de viagens me deixa assim, menos objetiva do que já sou.

Essa visita ao MoMA foi concluída com um enorme sacrifício físico. Eu estava com muita dor nos pés, algo no nível do insuportável. Tinha caminhado bastante em Vegas, com um tênis inadequado, como descobri depois. Só quando comprei um Nike novo (olha o jabá aí, gente!) consegui recuperar o prazer nos passeios, e a tarde que escolhi para ir ao museu foi o pior momento em termos de falta de conforto. Não consegui ver tudo o que queria pois estava quase chorando de dor, mas pelo menos dei conta de chegar aos dois quadros da Frida Kahlo expostos lá. Não podia deixar de compartilhar com vocês este encontro inesquecível. (Relevem o cabelo desgrenhado e o ar exausto – eu estava sofrendo, lembrem-se disso).

 

Uma Frida e a outra

Aliás. Né? Tinha que ser. Para entender a Frida, uma dorzinha no pé durante 2 ou 3 dias. Pensando bem, foi pouco.

-Monix-

I ♥ leit@r

Não sei se é tara, TOC ou bobice mesmo, mas não posso conhecer leitor que quero logo tirar uma fota!  O último que passou por isso  foi o Suel: pedi pra tirar a foto e avisei que publicaria com a devida legenda.  Aí o danado providenciou na hora:

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Eu amando a ideia, ele produzindo

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Ei-lo, nosso leitor Suel Fruvasc

Fotos by Claudio Luiz, o príncipe, o arquiteto das estrelas, nosso leitor fiel e amado, salve, salve.

Helê

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