Déficit de atenção, superávit de leitura

Desde que me entendo por gente, nunca a pergunta “o que você está lendo?” deve ter ficado sem resposta. Li sempre, até onde a vista alcança.

Mas leio com a atenção difusa, em geral 3 ou 4 livros em paralelo; livros com personalidades diferentes, como se fossem convidados de uam festa eclética.

No momento, por exemplo, minha lista de leituras é a seguinte:

As Seis Mulheres de Henrique VIII. Esse é o romance histórico. Interessantíssimo, deliciosamente escrito, mas às vezes me canso das tramas da corte e, principalmente, da genealogia confusa das famílias reais.

Aí eu descanso carregando pedra com o Contra Amor, que comecei quase ao mesmo tempo, por indicação do meu amigo libertino. Trata-se de uma análise cortante das relações amorosas tal como se estabelecem nos dias de hoje, ou seja, nossas quase sempre vãs tentativas de conciliar paixão, monogamia e perenidade.

Nos intervalos entre um e outro, caio na leitura fast-food de Leading Couples: Unforgettable Screen Romances of the Studio Era, uma delícia de biografia conjunta dos casais hollywoodianos que fizeram o mundo suspirar na era de ouro do cinema. (Acabo de me dar conta de que os 3 livros falam sobre romance e casamento, para o bem ou para o mal. Abafa.)

Correndo por fora, eventualmente pego uma leitura mais instigante, ou mesmo descartável, e não largo até terminar. Foi o caso de O Efeito Facebook, e provavelmente será da mesma forma com O Segredo de Frida Kahlo, que ganhei de presente de aniversário e com o qual sinto que viverei um caso de amor à primeira página.

Ficou cansada(o) só de ler o post? Ou se identificou totalmente com a minha maluquice? Conta para mim: como você se relaciona com os livros?

-Monix-

Anatomia

(via Observando)

Helê

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