Days with my dad

Days with my father.

Das coisas mais tocantes com as quais já me deparei na internet. São tantas as palavras que poderia usar para descrever este site quanto são numerosas as emoções por ele provocadas. Visite – mas prepare-se, não se trata de leitura frugal  e rápida, embora também possa divertir em alguns momentos. Requer atenção, disponibilidade – itens cada dia mais raros.

(Foto de Philip Toledano)

Helê

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7 Respostas

  1. Oi Helê, peço permissão pra “clonar” teu post. Suas palavras descrevem tão bem o site! Um Beijo.

    Permissão concedida, Claudia. 🙂 Dá o link pra gente visitar lá tb.
    Bj.
    H.

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  2. […] Meus agradecimentos às Duas Fridas, que me inspiraram e permitiram hoje colocar essas saudades pra […]

    É sinceramente uma honra, Ana, inspirar um texto como o seu.
    Beijo grande,
    Helê

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    • Um Grande Beijinho, Ana.

      Pensa que o teu pai é agora uma “estrelinha” e que talvez esteja num “estado” “superior” ao nosso. Sim, porque nós, ainda vamos morrer e até lá continuamos, a cumprir com o que o “destino” quis para nós.
      E a evoluir (alguns de nós …).

      Rute.

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  3. hele, obrigada pelo presente! o que eu comentei lá foi que, além de emocionante o conteúdo, sao de uma elegancia impar as imagens, a composição, os objetos, o claro-escuro… beijos

    Isso, Vera, além de belos e comoventes, elegantes. Como sentimos falta de elegância atualmente, não?
    Beijo.
    Helê

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  4. Nossa, um dos sites mais lindos que vi nos últimos tempos, super obrigada por compartilhá-lo comigo! De uma delicadeza e sensibilidade raras nesse mar de besteiras que a internet pode se transformar às vezes. Também perdi minha mãe repentinamente e meu pai, que tinha uma forma menos comum do Mal de Parkinson, ficou aos meus cuidados e de meus irmãos. Não é fácil a gente ir perdendo pessoas tào queridas aos poucos, mas encontrar uma tradução tão bonita dos sentimentos da gente nas imagens e palavras do Toledano é, sem dúvida, um alento para a alma! beijos.

    Partilhar experiências e emoções engana a solidão e dribla a dor, não é mesmo, Mônica?
    Obrigada pelo comentário; um beijo,
    Helê

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  5. As fotos por si, são ‘tocantes’ e dizem tudo do conviver com o idoso, especialmente quando se trata de nosso pai.
    Nas imagens: presença e ausência.
    Fortes por representarem o peso da responsabilidade, o legado de experiências que nos repassou, as marcas no corpo, nos transmitem saudades antecipadas (enquanto vivos, ainda) por saber que não o teremos por muito tempo…
    Dói… A dor e a beleza se misturam por ambas representarem o que denominamos de VALOR e SENTIDO!

    Não domino o inglês, mas nem foi preciso, marcou… e profundamente!!!

    Seu comentário é muito pertinente, Vanilda. De fato, não é necessário mais que o elementar do inglês para viver as emoções e reflexões que o site provoca.
    Obrigada, volte sempre – a casa é nossa!
    Aqule Abraço,
    Helê

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  6. ‘Mulheres’ Fridas, assim, as chamaria Clarissa Pinkola Estés.
    ‘Fridas’ seria um adjetivo para vcs. Que responsbilidade: duas!!!
    Até aqui, do que pude apreciar em seu blog, do início, ao novo ‘desing’ de apresentação: o teor múltiplo e muito importante!

    De tudo que observei e pelo motivo de Frida ser o ícone escolhido, e ter um pouco, ou talvez muito, ‘até por suas origens’, percebemos muito as Fridas dentro dos estudos e teorias elaboradas por Estés, ‘mesmo que não sendo suas propostas’, não estou afirmando que intencionalmente, foi esta a direção; entretanto, carregam esta derivação. Mulheres altivas e ativas, participantes, é o que de fato interessa.

    Me empolguei tanto com o post acima, que erroneamente, não acrescentei minha percepção, às diversas vezes que as li.

    Parabéns! as conheci através da Monica, e como foi bom.Grande Abraço!!!

    Obrigada, Vanilda pelo comentário, adorei – altivas e ativas, acho que nos cabem, sim. Fique a vontade e volte sempre, a casa é nossa.
    E a Monica está se especializando e trazer gente boa pra cá, obrigada, querida!
    Aquele Abraço,
    Helê

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