Inaugurando a série “Posts inesquecíveis” – Rubão, o boêmio

Ninguém

Ninguém precisa conviver com quem não presta. Ninguém merece compartilhar o tempo mais do que o minimamente necessário com os canalhas, os cretinos, os covardes. Ninguém tem que continuamente sofrer e achar que esse padecer intermitente é um fato normal, irrevogável e imutável. Ninguém tem que acatar ameaças, bravatas e ofensas sem ter o legítimo direito de reagir. Ninguém deve ficar calado quando bocas fétidas vertem merda para nausear e conspurcar um dia que não lhes pertence. Ninguém deve permanecer em silêncio diante de pessoas comprometidas com o seu fim.
Porque a vida é curta, curta, curta, amigos. Curta.
Rubão, no sempre lúcido Boêmios no divã.
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Faz tempo que queria iniciar essa série, e achei por bem começar com essa pérola do Rubão porque logo terei a oportunidade de agradecer ao vivo,  a cores e embebida em álcool essas palavras libertadoras.  Um post que chegou na hora precisa, nem um dia antes, nem uma hora depois.  Com um lembrete mais necessário do que imaginamos, porque são muitas, sutis e poderosas as amarras com as quais nos deixamos atar ao longo do caminho. Uma lição que, como todas as importantes, sabemos de cor, só nos resta aprender.

Helê

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