Dia 8 – Filme Cebola (mais triste de todos)

 

Saí do cinema chorando. Atravessei o jardim do Palácio do Catete chorando. Quando entrei no ônibus, ainda estava chorando. É um filme triste, mas também um filme excelente sob todos os pontos de vista, dirigido por um dos meus diretores favoritos: Lars von Trier. Tem toda uma questão técnica (filmagem digital, uso de múltiplas câmeras e recursos de montagem, etc), e também, é claro, houve a polêmica sobre o massacre psicológico promovido pelo diretor sobre o elenco, especialmente a protagonista Björk. À parte tudo isso, é uma história forte, e muito bem contada.

 

-Monix-

5 Respostas

  1. Eu não vi no cinema. Vi acompanhada e chorei horrores. e foi pior. Pq olhava pra cara do então namorado e ele aos prantos (ele ja tinha visto o filme no cinema) e eu chorava mais e mais. Agora, sei lá. É tão triste, tão triste, que não tive coragem de ver uma segunda vez e não sei se teria. Sai com ódio profundo da humanidade. Não foi uma boa sensação…

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  2. Gente, eu também! Fui ao cinema sozinha ver este filme, e saí abaladíssima! E o pior, lembro que foi uma sessão no início da tarde, num lindo dia de verão, então saí do cinema estava um dia esplendoroso de céu azul e o meu estado de espírito não poderia estar mais discrepante do que aquela paisagem. Este filme é uma porrada muito grande, acho que não tenho vontade de rever.

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  3. Depois desse filme passei a ter uma raiva completamente irracional do David Morse, ator que interpreta o vilão(na falta de uma palavra “pior”). E ele tem cara de uma pessoa boa, mas não consigo olhar para ele e não lembrar do personagem e de tudo que se passa nesse filme.
    Me sinto uma dona de casa daquelas que agride a/o atriz/ator que interpreta a vilã(o) da novela na rua, sei que é “mentirinha”, mas fiquei tão ofendido pela atrocidade que ele comete, que deu “tilt” no meu lado racional, fiquei odiando eternamente o cara! >:-|

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  4. NAO ACREDITO, MONIX! EU PODERIA ter escrito o começo: saí do cinema chorando. atravessei o corredor chorando. quando cheguei ao carro ainda estava chorando. e uma necessidade de falar para as pessoas com quem encontrei (tinha ido ao cinema sozinha) que aquela história era linda, uma vontade de me atracar com alguém e chorar mais e mais.
    agora, quanto ao filme, parafraseio tom jobim: o filme é uma merda, mas é ótimo!
    beijos

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