Nível: fácil

Imagina um videogame. Antes de começar, você pode escolher o nível de dificuldade com que vai atravessar as fases do jogo: fácil, médio ou difícil?

Agora imagina que esse videogame é a vida. Se você começou o jogo no setting “fácil”, provavelmente você é homem, branco e heterossexual.

Esta analogia sensacional foi a forma que o escritor americano Jon Scalzi encontrou para explicar privilégio ao grupo de pessoas mais privilegiadas do planeta. Nem sempre é simples entender, até porque não necessariamente estas pessoas são as mais bem sucedidas. Mas a comparação é boa: não importa se eles vão conseguir a melhor pontuação, o fato é que para eles o jogo é mais fácil.

“Certamente é possível que alguém jogando em um nível de dificuldade maior esteja progredindo mais rápido que você, seja porque eles tinham mais pontos dados no início do jogo pelo computador e/ou porque suas estatísticas são maiores em riqueza, inteligência e constituição física e/ou simplesmente porque eles jogam melhor que você. Nada disso muda o fato de que você ainda está jogando no menor nível de dificuldade que existe.”

O artigo em que Scalzi defende a ideia gerou bastante polêmica. Como costuma acontecer quando se toca nesse tema delicado. Aqui no Brasil, o Alex Castro costuma tratar do assunto bastante bem, mas ele escreve em tantos lugares que já não sei indicar o melhor canal: pode ser no Papo de Homem, no site pessoal dele, no finado Liberal Libertário Libertino ou por aí pelas internets.

Mas se você lê bem em inglês, dá uma passadinha no texto do Jon Scalzi – e nos dois adendos que ele pós-escreveu – para saber como é que você está jogando seu videogame.

-Monix-

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Líderes de audiência

Imagens que fazem sucesso na minha conta no Pinterest .

Fotógrafo mirim

(21 curtir; 117 repins -De weheartit.com)

Acho o menino fofo, mas eu não entendo porque faz tanto sucesso.

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Zombies!

(15 curtir; 67 repins -De piccsy.com)

Essa eu suspeito que agrade a turma que curte filmes de terror em geral, e zumbies lovers em especial.

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Mexicana

(18 curtir – 92 repins; De lizita.tumblr.com)

Essa eu considero sedutora e hipnótica.

Helê

Remédio

(via Pinterest e  afro-art-chick )

Helê

Boa sexta!

(Source: in-s-t-a-g-r-a-m, via blues-epoesias)

Helê

Na fila

Na minha estante, tenho uma pilha de 25 livros formando uma “fila” de próximas leituras. Essa pilha vai aumentando e diminuindo meio que simultaneamente, alguns exemplares entram e ficam meses (ou anos) esperando para ser lidos, outros furam a fila e são lidos imediatamente. O critério é bem subjetivo, e nem eu sei explicar o que me faz escolher passar a leitura  de um romance histórico sobre Dom Pedro I e Domitila à frente de um Saramago inicial,  que me espera desde o ano passado. Tenho lá muitas obras de não-ficção, como a história de um menino-soldado , ou um romance sobre o período da reforma protestante na Inglaterra , além da interessantíssima história das células de Henrietta Lacks , nenhum deles ainda lido. Enquanto durou meu curso de pós-graduação, meu ritmo de leituras ficou bem mais lento. Agora estou retomando aos poucos o hábito.

Daí que depois de uma série meio repetitiva de livros com temática histórica, resolvi variar um pouco e peguei um livro que foi presente da doce Fefê,  amiga dos tempos remotos do Mothern. Ganhei em dezembro de 2010 e deixei quietinho na pilha, esperando chegar a hora dele. Invisível, de Paul Auster,  é um livro tão bem escrito que me fez lembrar por que gosto tanto do autor. Ainda estou bem no comecinho, mas acho que vou ler bem devagar para estender o prazer da leitura por bastante tempo.

-Monix-

Um post perdido

Mãe: aquela que acorda cedo, troca a roupa da filha, arruma a cidadã, se arruma, pega todos o brinquedos de praia, os protetores, cremes de cabelo, a roupa de saída de praia, as frutas e o biscoito, liga pra se encontrar com os amigos no local certo.

 Marido:  aquele que pergunta:  “Mas você esqueceu o óculos dela?!”

(Cycle of life (Growing up) Children)

Helê

Um conselho

(via queennubian)

Tô tentando.

Helê

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