Pastilhas Garota (porque drops, só a Fal*)

Gente, eu fico angustiada quando passo muito tempo sem escrever, sabe? Como bem observou a Outra: é como se chegasse visita em casa e eu não tivesse nada para oferecer. Mesmo postando imagens, que eu tenho o hobby de colecionar, sinto saudades das palavras – e medo que elas me abandonem, como um amor não correspondido.

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Mas há tempos de estiagem, sabemos todos depois deste inverno tórrido (que incomodou até mim, mes mis). E então há que se ter paciência e esperar que as palavras voltem, como um amor prometido.

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Enquanto isso, a gente brinca de soltar estas pastilhas com pensamentos incompletos, impressões imprecisas e inutilidades variadas. É o que temos.

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Por exemplo:  existe sexo que não seja selvagem? (Se tem, como chama?)

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Kiwi: a materialização do conceito “Beleza Interior”.

Rinoceronte: hipopótamo sem acabamento

Sustentabilidade: sutiã com bojo.

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Lembra que eu disse inutilidades?

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Sim, piscamos o olho e Setembro já é vai se acabando, logo quando a gente começa a pegar gosto. Antes do fim, no entanto, mais uma primavera se inicia, mais um aniversário –  que eu adooooro comemorar (quando eu disser que não, apurem, porque algo não vai bem). É quando o menino, o moleque que mora no meu coração me alcança, dá a mão** e saímos correndo pelo parque, pegando doce e dando risada.  Festejemos, pois, desde já, e até o último convidado!

(FROM THE HEART por vijvijvij em Flickr)

Helê

*Drops da Fal, o legítmo, que não solta as tiras, não é byer mas é bão

**Citando Milton & Brant, of claro, “Bola de meia, bola de gude

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