Malandro sou eu

Dia desses cheguei em casa e, ao tentar  ligar o computador, encontrei  um buraco onde deveria haver o botão de ligar, que estava dentro do gabinete. Bufei, pooota da vida, busquei culpados, imaginei um finde sem computador, morrer na grana do técnico, etcetcetc….

No dia seguinte,  armei-me de coragem, paciência e uma chave philips, abri a máquina e vi que era bem mais simples do que eu pensava. Bastou encaixar novamente o botão e pronto.  Além da economia financeira e de tempo, saboreei minha independência e habilidade de resolver a parada sozinha.

Até que, dias depois, o botão entrou novamente. Putz. Imaginei desconectar a fiarada de novo, abrir o gabinete… suspiro & preguiça. Então enfiei o dedo no buraco e consegui ligar o botão lá dentro.  Aí sim, eu me senti muito, muito esperta.

**

Eis a diferença entre  know-how (usado na primeira vez) e savoir fare  (usado na segunda).

Baideuei,  até hoje tô ligando o computador assim.

Helê

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6 Respostas

  1. Eu, pessoalmente, adoro resolver problemas na base do savoir faire. Mas por outro lado, um dos meus prazeres pessoais e intransmissíveis é abrir computadores. O meu, lá de casa, vive com a caixa aberta para qualquer eventualidade. E, durante anos foi sendo “actualizado” com lixo de amigos: placa gráfica daqui, placa de som dali, mais um HD que alguém já não precisava, uma motherboard com destino ao lixo… Sim um verdadeiro Franken
    stein em forma de PC…

    Mais uma desvantagem de moramos relativamente longe: não posso utilizar nem seu savoir faire, nem sua habilidade 😦
    Beijo,
    Helê

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  2. eu também tenho uma satisfação pessoal de saber abrir meu computador e identificar o problema e na maioria das vezes resolver. de placa que soltou o plug até fonte queimada, cooler desligado, incompatibilidade de software com hardware, hub pra substituir portas e etc. ninguém acredita, mas é vero!! sou craque, lido com computador desde 1994…

    Clap, clap, clap, Beth, quando eu crescer quero ser assim! Parabéns!
    Beijo,
    He.

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  3. ai que inveja desse polvo que lida com computador. Eu sou a típica preguiçosa. Já que tem marido e filho em casa que são os “expertos”, eu mal sei ligar o bicho. Qualquer probleminha eu grito logo “meu amooooorrrrrr”. Demora às vezes pro “técnico” resolver, mas pelo menos é de graça. Ops… pensando bem, mais ou menos… 😉

    Menina, eu também tô nude com a habilidade desse polvo!
    H.

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  4. O que importa é que está funcionando! :o)
    Também amo não precisar dos outros pra resolver as coisas!

    Independência ou sorte, é do que preciso 🙂
    Beijo,
    Helê.

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  5. Hahahhahahahaha!

    ;-D
    H.

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  6. Helê, seu comentário final parece indicar a típica solução provisória definitiva, conhece? Bjks

    Não conhecia o nome, Claudia, mas p expediente é este mesmo – persiste até hoje 🙂
    Beijo,
    Helê

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