Carioquices

Tava no ônibus, não deu pra fotografar. Mas foi, se não me engano, na esquina da General Glicério com Rua das Laranjeiras: embaixo de uma pichação que se repete por toda a cidade, há meses, a frase

Não fui eu

acrescentaram:

e nem a Dilma.

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Baixa gastronomia: você consegue passar pelo Largo do Machado sem comer a esfiha do Árabe? Eu nunca. Ontem consegui comer apenas uma, o máximo do autocontrole. E da necessidade de dieta.

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A assessora de uma autoridade municipal disse pro meu chefe: “Precisamos marcar!”. E ele: “Claro!”. Aí ela emendou: “Sexta-feira tal hora, em tal lugar?” Fiquei chocada. Tive que me segurar para não intervir e dizer “não, péra; não é assim que se faz” (como o samba do Paulinho). Fiquei frustrada como aquele mercador de “A vida de Brian”, que diz o preço e o comprador aceita de cara, sem pechinchar. Quase uma afronta, certamente uma descortesia. Carioca nunca marca de primeira; mesmo um compromisso profissional. Meu chefe, que não nasceu aqui, aceitou – mas eu reparei que ficou levemente desconcertado…

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Helê

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