Sentidos

  •  O sabor da tequila
  • Os cheiros de Paris.
  • Sarah Vaughan cantando “You go to my head“.
  • Qualquer tela do Van Gogh ao vivo.
  • A mão que afasta a seda da pele.

Starry_Night_Over_the_Rhone

Helê

(Tomando uma margarita, e porque eu lembrei do tempo em que blogar também era conversar entre blogues e nos comentários, propondo temas e listas. Alguém mais se habillita?).

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Dia 22 – So you think you can dance (um musical)

Quando contei a história do filme para o meu namorado ele me chamou de feminista de meia-tigela. Afinal, esta adaptação do rapto das Sabinas mostra sete irmãos levando à força para uma fazenda isolada pela neve sete moças que não têm importância nenhuma no filme além de servirem de esposas para os rapazes.

Mas o interessante é que apesar de realmente a premissa ser essa, a personagem principal, a mais forte e a que conduz o filme na ponta dos dedos é Milly, a primeira a se casar, a mulher de Adam, o irmão mais velho. E aos poucos o afeto vai transformando a todos, tanto os irmãos quanto as “noivas”.

No elenco dos irmãos, quase todos são artistas de circo, e não apenas dançarinos. Adam canta, e os demais dançam incrivelmente, além de fazer todo tipo de acrobacias. São carismáticos, simpáticos, charmosos os irmãos Pontipee. É muito amor.

-Monix-

 

Sete Noivas para Sete Irmãos

 

 

Dia 21 – Preto no Branco (Um Noir)

Não é um filme noir segundo a definição clássica.

Mas é preto e branco, é um suspense que eu adoro, tem a Ingrid Bergman lindinha e o Charles Boyer malvadão, é uma história de arrepiar e eu queria citar este filme aqui. Então pronto: o título de hoje é À Meia Luz (“Gaslight”).

 

 

-Monix-

 

Dia 20 – Uma comédia romântica

Este é o meu confort movie, aquele que eu revejo quando as coisas estão ruins, para me lembrar de que há um lugar no mundo onde tudo termina bem. A delicadeza da história contada por Nora Ephron toma corpo nas belas interpretações de Meg Ryan e Billy Cristal – depois, ambos foram tachados de chatos, cafonas etc., mas neste filme estão no ponto alto de suas carreiras. E ainda tem a Carrie Fischer sem as tranças de princesa Leia. E os casais de verdade no sofá que depois virou inspiração pros comerciais da Brastemp. E a deliciosa cena do “I’ll have what she’s having”*, que você pode ver aí embaixo. AMO/SOU Harry e Sally.

 

 

-Monix-

* A frase não estava no roteiro – foi um “caco” incluído pela mãe do diretor, que fazia figuração comendo um lanche na mesa ao lado. 🙂

Dia 19 – Um Faroeste

E eu que não gosto de faroeste tinha que escolher o mais polêmico de todos.

 

Brokeback Mountain

 

-Monix-

Dia 18 – Uma Animação

Porque meu avô querido da infância era o Bagui – uma tentativa tatibitate de apelidá-lo em homenagem à pantera Baguera -, minha animação favorita tem que ser Mogli. Porque esse nosso batalhão é uma instituição. E queremos o necessário, somente o necessário – o extraordinário é demais.

Mogli é de um tempo em que os desenhos da Disney tinham um estilo que nunca mais se repetiu – como os personagens longilíneos de 101 Dálmatas e A Bela Adormecida, por exemplo. Mas ao contrário dos outros longas do estúdio – pelo menos até então – a ambientação não era nada europeia, e sim uma floresta tropical, que combinou de modo muito interessante com uma trilha jazzística de arrasar. A dublagem brasileira também é inesquecível, cujo ponto alto é o MPB-4 cantando a música doa abutres.

Sem dúvida, meu filme de animação inesquecível.

-Monix-

Dia 17 – Brasileirão

O Céu de Suely pode não ser o filme mais badalado do cinema brasileiro, muito menos o de mais sucesso, nem do ponto de vista da crítica nem do público. Talvez nem mesmo possa ser classificado como o meu favorito, mas foi o primeiro que me veio à cabeça e acho que sei o por quê: foi um filme que me fez vivenciar o drama como se fosse meu, como se eu estivesse ali, naquele interior do nordeste. Sem nunca ter sequer passado por lugares como aqueles, eu estive lá.

-Monix-

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