Tamo junta

Vocês têm ideia do que é ter uma amiga que passa a fazer parte da sua identidade? Quando estamos juntas nós não somos “Helê e Monix”.

Somos As Fridas.

E graças ao talento natural da minha sócia para as relações (eu ia dizer talento para Relações Públicas, mas a verdade é que podem ser particulares também, aliás, nisso ela é ainda melhor) – enfim, graças a esse talento incrível da Helena para agregar pessoas, onde quer que a gente vá todo mundo fica feliz. E digo isso sem medo da imodéstia, porque é tudo por causa dela. Eu sou lua, ela é sol.

Fridas

Almoçando no cinema – 2011

Tanto é assim que não é fácil achar fotos só de nosotras. No mínimo temos nossa fiel escudeira Dedeia do nosso lado – assim como na vida, sempre.

Então hoje é dia de sol, dia de sorriso aberto, dia de juntar as pessoas, dia de “quem gosta de mim vai”. E, incrivelmente, eu vou!

Hoje é dia de Helê. Feliz aniversário, mi sócia!

-Monix-

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Viva ela!

Há 110 anos nascia

Magdalena Carmen Frieda Kahlo y Calderón,

a madrinha desse blogue, inspiração e exemplo.

(Savanna Law salvou na pasta Art frida collage (artist unknown))

Parabéns, Fridona !

As Duas

É que hoje é nosso aniversário

E quando chega nosso aniversário a gente não dispensa uma celebração. Esse ano nos reunimos com nossas outras crias – as melhores e mais bem acabadas ;- ) . Desse encontro íntimo e feliz, seguem alguns flashes:

13 anos momentos de uma comemoração:

1. Conferir a agenda dos filhos para saber se ELES estão disponíveis.
2. Rever com nostalgia o bairro onde já morou – no caso, o adolescente, hahaha!
3. Buscar o kit de corrida antes ir para o almoço.
4.Tirar uma selfie na chegada antes de passar o guardanapo no batom.
5. Voltar do bufê com o prato na mão e encontrar os fridinhos em uma animada conversa sobre o que andam fazendo. Em esquema de rodízio – minha vez, sua vez.
6. Conseguir passar uma hora inteira com as crias sem ter que reprimir a hiperatividade de ninguém.
7. Ouvir o Vítor falando com ternura e empolgação sobre a experiência de ser irmão ♥
8. Falar sobre política nacional e internacional COM eles, e não apenas entre nós.
9. Constatar que ainda não estamos totalmente ultrapassadas digitalmente.
10. Presenciar o diálogo:
– Você precisa entrar numa rede social pra saber das notícias.
– Existe uma coisa chamada jornal, sabia? (tente adivinhar quem disse o quê).
11. Planejar uma viagem para o próximo fim de semana sabendo que eles vão ficar bem por aqui (e talvez nem reparem que a gente saiu!).
12. Decidir que o único jeito de resolver os problemas do país é dar um reset. E criar a hashtag #Resetajá
13. Conseguir pensar uma comemoração diferente, depois de 13 anos.

Obrigada, leitoras e leitores. Agora é celebrar aqui, com os comentários de vocês.

As Suas Fridas

Monix Day 2017

Foi preciso que o Rock in Rio fizesse 30 anos para que eu fosse a um – mas valeu a pena esperar, já que a companhia foi a melhor.

Foi preciso que inventassem a internet pra gente se encontrar, mas aquilo que tem que ser encontra força e meio de acontecer.

Foi preciso a maternidade para que nossa irmandade florecesse e criasse raízes profundas e ramificadas.

Precisarei agradecer sempre a precisão com que você chegou (e ficou) na minha vida, Sócia.

Feliz aniversário, Mione. Para você o que você gosta – diariamente.

Demais parabéns na caixa de comentários, sifazfavoire

Helê

Eu ♥ leitoras

Talvez eu ainda tenha meus dois centavos sobre os jogos olímpicos, essa experiência intensa e surpreendente. Talvez tudo já tenha sido dito, ou tudo o que se queria ler e ouvir sobre o assunto. Na dúvida sobre escrever ou não sobre as Olimpíadas, não posso deixar passar a oportunidade de reeditar essa série que é uma das minhas favoritas, porque ela resume o objetivo-mor deste blogue, se não da minha vida, que é influenciar amigos e fazer pessoas – ou something like that. Para quem chegou há pouco: quando somos apresentados a um leitor, nossa felicidade é tamanha que nós pedimos para tirar uma foto com  a pessoa. Porque, né, temos uma audiência modesta em uma plataforma para muitos obsoleta. Em tempos de likes, coraçõeszinhos e conteúdo que  se autodestrói em 24 horas,  quando um post meu tem três comentários eu faço dancinha e tudo.

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Então eu me acostumei com a ideia de que conheço todos os nossos 23 leitores. Sempre me surpreendo e alegro quando alguém que não conheço diz: “Eu te leio” (na verdade, com os que eu conheço também #carente).  Fico toda prosa e imediatamente viro eu fã da pessoa – que criatura adorável deve ser!  E durante o movimento migratório temporário dos jogos  olímpicos, tive a chance de saborear essa sensação algumas vezes.

DSC_1830Começou no primeiro fim de semana, quando fui visitar a Cláudia Letti, pessoa saborosa que faz comidas ainda mais. Eu já a conhecia: estive em sua casa para buscar meu panetone salgado, tradição natalina na minha família (tradição de 2 anos e família de 2 pessoas, mas quem está contando?) Fui experimentar o tal do fudge que pra mim era igual caviar, eu só tinha ouvido falar. Meo deos. Fabulous fudge, indeed.  Se você não quer aumentar a lista de pecados gastrômicos, não prove, porque é divino, tem váááários sabores e eu gostei de todos que provei.

14063846_10208871943948583_2270500773360957198_nAlguns dias depois, no Gracioso, ali na Pedra do Sal, encontro com a Mary W., que veio ao Rio para uma curta temporada olímpica com a irmã, a Lídia – agora também W. Figura bacanérrima, bom papo, descontraída, em 5 minutos ficou à vontade na mesa como se conhecesse geral há tempos. Uma graça de pessoa que eu acho que a Mary tava miguelando por ciúme, coisa de irmã, sacomé. E a Mary revelou a condição dela de leitora com a frase mágica: “Ela te lê, Helê”. Pedi foto na hora; ainda bem que contava com  Cláudio Luiz,  que já está virando fotógrafo oficial desses momentos, desde o primeiro Grande Encontro.

IMG-20160823-WA0002Dias depois, outro rendezvous olímpico teve lugar na Casa da Alemanha, nas areias de Ipanema. Eu estava com aquela que inaugurou a série, a Geide – que, na definição da minha filha, “era fã e virou amiga”. Das mais especiais, acrescento eu. Também chegou Domingos Dodô, garantia de risada na minha TL,  e lord Claudio Luiz com Mariana, sua amiga e hóspede, com quem iria ao Maracanãzinho mais tarde. Sabendo que iria me agradar, Cláudio já foi logo dizendo que ela era minha leitora, e eu, claro, já fui logo gostando e pedindo foto. Isso foi antes de ela falar com carinho e orgulho do nosso Cláudio, e me ensinar que existe uma Teoria da Hospitalidade, detalhes que aumentaram minha admiração para além do fato dela passar aqui vez ou outra.

Portanto, pessoas, o saldo olímpico do Dufas é o melhor possível, agora que eu sei que temos 25 leitores, ao invés de 23 (se eu não fosse de Humanas ousaria dizer que é um aumento de quase 10%). E você já sabe: se encontrar comigo por aí, não seja tímido ou acanhada, faz a Geide e vem falar comigo. Você corre o risco de tirar uma foto e virar amigo – mas o que é a vida se a gente não corre riscos, não é mesmo? 😉

Helê

Parabéns para Frida

duas

(À esquerda, imagem encontrada em HoneyMoon; à direita, trabalho à venda na Etsy)

Para comemorar o aniversário de nossa madrinha, segue esta outra versão de Duas Fridas – das muitas possíveis.

Helê

Uma dúzia de anos

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Uma retrospectiva de tantos aniversários passados.

 

Lá nos primórdios do blogue, nos idos dos anos zero-zero, nosotras comemorávamos os aniversários do Dufas em mesões de bar, com cadeiras sendo espremidas ao redor da mesa a cada novo leitor ou leitora que chegava. Todos os anos conhecíamos pessoalmente gente que já era querida nos bits e bytes. Temos memórias incríveis dessas festas, como o bolo que chegou no meio da Choperia Brazooka, nas mãos de uma portadora que nem sabia direito o que estava fazendo ali.

Com o tempo, todo mundo foi migrando para as mídias sociais, a festa virtual acaba rolando por lá mesmo e ter blogue ficou sendo uma coisa meio teimosa, meio sem noção. Íamos nos tornar aquelas tias velhas que ficariam sentadas num canto, olhando a garotada fazer selfies e snaps e resmungando: no tempo dos blogues é que era bom, mimimi.

Mas pelo que nos contaram, está rolando um movimento de resistência, tias velhas unidas jamais serão vencidas etc e tal. Bem no mês em que comemoramos nosso 12º aniversário. Pensaram que íamos desistir? Jamais! No pasarán!

Nossa parceria já dura uma dúzia de anos. É mais que muitos casamentos por aí (inclusive os nossos). Brindemos a isso: tim-tim!

Las Dos Fridas

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