Ouvir estrelas

Ora direis ouvir estrelas? Certo perdeste o senso mas não, estou falando da nossa nova empreitada midiática, o nosso pedido, aguardado, adiado e esperado podcast! (Se você não concorda com ‘estrelas’ sinto muito, acordei com a autoestima desregulada).

É com a alma lavada, enxaguada e quarada ao sol que comunico que está no ar o primeiro episódio do Duas Fridas podcast, que você pode ouvir no Spotify. Ainda incorporando o Odorico Paraguaçu, adianto que neste formato podcastal vamos manter a mesma linha editorial do blogue, ou seja: falar sobre tudo o que nos der na telha, com o auxílio luxuoso de vossas sugestões e comentários. Então, sem mais delongas, corre lá pra ouvir e depois passa aqui pra deixar pegada, combinado?

Helê

Dezessete anos hoje

No Instagram da Monix e da Helê

Helê

Monix Day

Aglomeração no bar, lembra?

É hoje , gente, dia de dizer coisas doces e amorosas para La Otra. Sobre idade não estamos contando por enquanto, mas parabéns, presentes, mimos e dengos são que bem-vindos (necessários, eu diria). Viva mi Sócia!

Helê

Feliz aniversário pra nós!

E para celebrar nós vamos seguir o fluxo quarenter e…fazer uma live!
Passa lá no perfil da Helê ou da Monix e prove que vocês são muitos mais dos que os comentários fazem crer!

Nos vemos lá!

As Duas Fridas

Monix Day – edição 50 anos

Achou que a gente não ia comemorar o aniversário da Otra?

Foto: Martha Twice

Achou errado!

Hoje, mais do que em qualquer outro dos 14 ou 15 Monix Days anteriores, conto com o seu comentário para celebrar a chegada da nossa Hermione na Casa dos 50. Não se reprima, não se reprima: deixe seu comentário, beijo, declaração para confirmar o que a gente já sabe: que o aniversário é dela mas a sorte é nossa de tê-la em nossas vidas!

Viva Monix!

(E Joca, Joana e Calu!)

Helê

PS: Por determinação de mim mesma: declaro que todo aquele e aquela que fizer aniversário durante a quarentena tem direito à comemoração posterior, não cumulativa.

 

Quinceañera

As duas Fridas, Frida Kahlo, 1939

Hoje comemoramos nosso casamento mais duradouro, faz aniversário nosso filho caçula: este blogue que você lê agora. Completa quinze anos, a despeito da anunciada morte (e do propagado retorno) dos blogs, nós resistimos. Às tretas digitais, às transformações cibernéticas, às intempéries políticas, aos outros casamentos, às preocupações com os outros filhos, aos entusiasmos passageiros, às desilusões inevitáveis, nós resistimos. Nós permanecemos, we stand. E muito antes de ser um gesto necessário, político e solidário, nós, desde 2004, não soltamos a mão uma da outra. Não solte a nossa.

Obrigada e parabéns para todas e todos nós! Viva!

Duas Fridas

Monix Day – edição 2019

É hoje, gente!

Dia de afofar nossa mais recente mestra, nossa querida Hermione que também atende por Aria Stark, e é só charme discreto e sorriso nesse flagrante obtido por um dos muitos paparazzi que nos perseguem, hahahaha! Mandem comentários, felicitações, presentes, elogios, fofices – nudes não, que a moça é comprometidíssima.

Queridona, vou pegar todos os desejos dos últimos Monix day e dobrar a meta, combinado? Seja feliz sem moderação.

Amo você,

Helê

Breviário Dufas

Somos, como se sabe,  duas senhoras. Juntas, somamos quase cem anos… de conexão. Tão senhoras que usamos a palavra breviário (!). Em quase 15 anos de blogagem,  cunhamos algumas máximas (e outras tantas mínimas). Aceitamos contribuições que nós porventura tenhamos esquecido:

  • Antes tarde do que mais tarde ainda.
  • calabocajámorreuquemmandanomeubloguesoueu.
  • Não me peça de graça a única coisa pela qual eu posso cobrar.
  • Escrever, essa arte de fazer pessoas e influenciar amigos. Ou vice versa.
  • Não se amplia a voz dos imbecis.
  • Servimos melhor para servir sempre. 
  • Coerência: não trabalhamos.

Las Dos Fridas

Eterno retorno

2019, gente. E ainda tem homem que não sai com mulher que tem filho? Sério?! Que desânimo, viu. Aí a gente entende porque chegamos nesse ponto e elegemos isso que taí…

Foi Lord Cláudio Luiz quem nos pautou, mostrando matéria publicada no Uol sobre gente que não sai com quem tem filhos. Eles tentaram falar assim, nesses termos igualitários, mas desde o título o enfoque recai sobre quem? Claro, as mulheres sendo preteridas por terem filhos e “como encarar melhor essa rejeição que é bem comum…” Será que a gente não faria melhor desencorajando essa rejeição? Ou tentando saber se o inverso acontece, se os homens também são preteridos por serem pais? Não seria melhor falar sobre isso que publicar notícia que naturaliza preconceitos? (Na minha [estéril] experiência em aplicativos de paquera, com frequência os homens posam com filhos ou sobrinhos, parece que ‘pega bem’ no mercado amoroso. Mas suspeito que o mesmo não se dá nos perfis femininos, digam aí os rapazes usuários desses apps )

Depois que até o papa ensinou o óbvio, que “mãe não é estado civil”, achei que a nossa campanha poderia ser arquivada para sempre, mas pelo jeito não. Foi no longínquo 2005 – portanto, fucking catorze anos atrás! -, que aderimos à campanha “Namore uma mãe solteira”, que tinha, claro, algo de humor e muito de verdade (e sabe-se, à boca pequena, que funcionou bem para umas e outras…). No universo paralelo que ora vivemos, onde quanto mais se caminha menos se avança, retiramos do baú as razões pelas quais namorar uma mulher com filho(s) é muito interessante:

Campanha Namore uma Mãe Solteira

1) Nós não temos pressa de casar, porque já temos filho
2) Nós não temos pressa de ter filho, porque já temos filho
3) Nós não temos tempo de grudar no seu pé, porque já temos filho
4) Se você quiser ter um filho, tudo bem, porque já temos filho
5) Se você não quiser ter filho, tudo bem também, porque nós já temos filho

Helê

Desejos

A gente é antiga e continua blogando, quando na verdade as coisas não acontecem mais nem no Facebook. O WhatsApp é a nova pracinha digital – o que me faz pensar numa analogia com uma praça de verdade, bem movimentada, tipo a Praça Saens Peña, que tem até metrô, muito comércio, malucos de todos os tipos, etc (esse é o Facebook) e uma pracinha do condomínio, fechada por grades e frequentada só por quem conhece algum morador, porém cheia de bullies e gente sem-noção (esse é o WhatsApp). But I digress.

O que eu queria dizer é que nosotras fazemos parte de um grupo muito alto nível no WhatsApp, só com os poucos e bons. Nosso grupo não é uma pracinha de condomínio, mas uma calçada de vila, daquelas em que as vizinhas de longa data comentam sobre as coisas do dia enquanto jogam baldes de água ou esguicham a mangueira e esperam as crianças voltarem da escola.

E foi lá nesse grupo que eu busquei inspiração para lançar um esguicho de desejos de felicidade e coisas boas para mi sócia.

Nosotras

Essa foto está na minha parede (somos do tempo em que se imprimiam fotos…)

Que os 15 meses que faltam para terminar o ano você consiga fazer muita coisa feliz. Inclusive nós! Que abundem sorrisos, gols do Flamengo (esse desejo eu transmito sob protesto), Idris e Haddad. Que haja mais tranquilidade na sua vida. Que a mansão seja sempre habitada (entendedores entenderão). Que nunca falte purpurina nem bom humor, viagens pra descobrir o mundo, as melhores companhias, saúde e grana pra desfrutar tudo isso. Que seu ano seja doce como a festa de Cosme e Damião, que você nunca perca a capacidade de ver as coisas com seu humor peculiar, que você tenha muitos carnavais pela frente e que suas fantasias se realizem.

Que #elenão! Apenas “Heleninha” (entendedores entenderão 2, a missão)…

Em suma, que sua vida seja uma eterna primavera. E que nós, sempre, façamos parte dela.

-Monix-

 

 

 

 

%d bloggers like this: